<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623</id><updated>2009-11-30T15:59:54.543-08:00</updated><title type='text'>Joven Corresponsal</title><subtitle type='html'>Este blog es una vitrina para las notas de hechas por Edson Capoano, periodista que ofrece su trabajo como corresponsal en lengua española y portuguesa desde Brasil. A la izquierda, links para hoja de vida, producción periodística (texto y  audiovisual), trabajos académicos e instituciones de formación en Brasil y en España. Bienvenido!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default?orderby=updated'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;orderby=updated'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>146</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-4878156203904611794</id><published>2009-11-30T15:58:00.000-08:00</published><updated>2009-11-30T15:59:54.550-08:00</updated><title type='text'>Midiativismo: a guerra da informaçao</title><content type='html'>Com entrevista do prof. da PUC que foi ao Encontro CCL e meu amigo, Silvio Mieli. Um abraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/link/not_tec3211,0.shtm"&gt;http://www.estadao.com.br/tecnologia/link/not_tec3211,0.shtm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seattle: uma década de ativismo 2.0&lt;br /&gt;Durante os protestos contra a OMC, há dez anos, Indymedia transformava&lt;br /&gt;a autopublicação em causa política&lt;br /&gt;domingo, 29 de novembro de 2009 18:17&lt;br /&gt;por&lt;br /&gt;Filipe Serrano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existiu uma época – sem YouTube, Flickr, Wikipédia, blogs ou qualquer&lt;br /&gt;ferramenta de autopublicação – em que colocar seu relato na internet&lt;br /&gt;era muito mais um ato de protesto do que qualquer outra coisa. Uma&lt;br /&gt;época em que se buscava uma nova forma de comunicação, mais livre de&lt;br /&gt;intermediários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a ideia de jornalismo cidadão, que inspirou o desenvolvimento de&lt;br /&gt;plataformas de publicação na web, tomou forma há 10 anos, em 30 de&lt;br /&gt;novembro de 1999, durante os protestos em Seattle contra a reunião&lt;br /&gt;ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC – ou WTO, na sigla&lt;br /&gt;em inglês), que daria início à rodada do milênio, para negociar maior&lt;br /&gt;abertura do comércio mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao menos 40 mil pessoas, entre elas ativistas, membros de ONGs,&lt;br /&gt;sindicalistas, ambientalistas e anarquistas, reunidos sob uma&lt;br /&gt;organização descentralizada chamada de Direct Action Network (DAN),&lt;br /&gt;tomaram as ruas do centro de Seattle e furaram o bloqueio em torno do&lt;br /&gt;local onde a reunião acontecia. A manifestação ficou conhecida como&lt;br /&gt;N30 ou a Batalha de Seattle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi lá, durante os protestos, que os participantes começaram a usar as&lt;br /&gt;tecnologias para mostrar o que estava acontecendo nas manifestações –&lt;br /&gt;não só para se organizar, mas para interagir com ativistas de todo o&lt;br /&gt;mundo que não estavam lá. Eles usavam uma improvisada rede de&lt;br /&gt;comunicação, com celulares, rádios, notebooks e modems conectados à&lt;br /&gt;web, para publicar imagens e relatos sobre os protestos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Seattle foi a primeira grande explosão de protestos por uma justiça&lt;br /&gt;global. E juntou muitas pessoas de diversos movimentos, com diferentes&lt;br /&gt;ideias do que era necessário mudar no mundo”, diz Margaret Levi,&lt;br /&gt;professora do departamento de ciência política da Universidade de&lt;br /&gt;Washington e responsável por um projeto de resgatar a história dos&lt;br /&gt;protestos em Seattle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os envolvidos, surgia o coletivo Indymedia, um grupo de&lt;br /&gt;ativistas que se reuniu para fazer uma cobertura jornalística&lt;br /&gt;alternativa dos protestos em Seattle. No Brasil é conhecido como&lt;br /&gt;Centro de Mídia Independente (CMI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para cobrir os protestos de junho de 1999, durante o encontro do G8,&lt;br /&gt;em Colônia, na Alemanha, o embrião do Indymedia usou uma ferramenta de&lt;br /&gt;publicação, um tipo de blog coletivo, criado alguns meses antes por um&lt;br /&gt;grupo da Austrália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvido para ser um mecanismo que desse voz a cada manifestante&lt;br /&gt;presente nos protestos, o site permitia já naquela época uma cobertura&lt;br /&gt;em tempo real da manifestação em Seattle, em texto, áudio e vídeos.&lt;br /&gt;Cinco documentários ainda foram produzidos pelo Centro de Mídia&lt;br /&gt;Independente de Seattle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As pessoas tiravam fotos, colocavam depoimentos, publicavam sua&lt;br /&gt;opinião sobre que estava sendo discutido, no caso, na rodada do&lt;br /&gt;milênio da OMC”, diz Pablo Ortellado, um dos fundadores do CMI no&lt;br /&gt;Brasil, criado quatro meses depois de Seattle. “Muitos grupos dos EUA&lt;br /&gt;se interessaram pela ferramenta do Indymedia. Mas, como era aberta,&lt;br /&gt;ela era muito mais usada pelos manifestantes individuais do que por&lt;br /&gt;revistas e veículos alternativos”, continua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site do Indymedia teve mais de 1 milhão de acessos durante o&lt;br /&gt;lançamento, no N30, o que sobrecarregou os servidores. “Foi aí que&lt;br /&gt;incorporamos a autopublicação como essência do site. Do ponto de vista&lt;br /&gt;da web 2.0, era um projeto totalmente radical. Se você for ver, os&lt;br /&gt;blogs foram continuação disso. Não é a toa que o YouTube, o Twitter, o&lt;br /&gt;Craiglist saíram de desenvolvedores que fizeram parte do Indymedia. O&lt;br /&gt;Twitter foi criado para ser usado em manifestações”, diz Ortellado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje o YouTube faz campanhas por vídeos que defendam a liberdade de&lt;br /&gt;expressão no mundo todo; o Twitter serve como troca de informações&lt;br /&gt;durante os protestos no Irã; blogueiros palestinos relatam abusos,&lt;br /&gt;entre outros exemplos que têm ocorrido nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas críticas à incorporação das ideias do Indymedia por sites&lt;br /&gt;comerciais, principalmente quanto à privacidade dos usuários, às&lt;br /&gt;limitações impostas e à necessidade de gerar lucro e publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira, a partir do Indymedia e de Seattle, surgiram&lt;br /&gt;muitos outros projetos que procuram dar voz na internet a grupos de&lt;br /&gt;pessoas que antes não tinham como expressar suas opiniões ou relatar o&lt;br /&gt;que veem e vivem em suas comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A tecnologia foi importante para planejar os processos e para trocar&lt;br /&gt;informações depois dos protestos. Muito mudou nestes 10 anos. Ainda&lt;br /&gt;vejo muitas demonstrações políticas, mas elas são feitas de outra&lt;br /&gt;forma. Vemos que há grupos menores, mais comprometidos, não só se&lt;br /&gt;mobilizando em protestos, mas realmente trabalhando para mudar o&lt;br /&gt;mundo”, diz a professora Margaret Levi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;===========&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,a-batalha-de-seattle-ainda-nao-terminou,3212,0.shtm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Batalha de Seattle ainda não terminou&lt;br /&gt;ENTREVISTA - Silvio Mieli: professor de mídiartivismo da PUC-SP&lt;br /&gt;domingo, 29 de novembro de 2009 18:24&lt;br /&gt;por&lt;br /&gt;Filipe Serrano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTREVISTA&lt;br /&gt;Silvio Mieli: professor de mídiartivismo da PUC-SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o professor Silvio Mieli, do departamento de jornalismo da&lt;br /&gt;PUC-SP, os protestos de Seattle foram essenciais para criar um novo&lt;br /&gt;papel da internet. Mas, em entrevista ao Link pelo telefone, criticou&lt;br /&gt;a incorporação do modelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Seattle marcou para o ativismo pela internet?&lt;br /&gt;Se o Zapatismo foi a primeira insurreição contra a ordem mundial dos&lt;br /&gt;anos 1990, a Batalha de Seattle, em 1999, foi a primeira insurreição&lt;br /&gt;contra o monopólio midiático. Foi a primeira vez que se organizou um&lt;br /&gt;coletivo para cobrir o evento, descarregando as fotografias e os&lt;br /&gt;textos dos protestos diretamente na internet. Não foi apenas uma&lt;br /&gt;experiência política, foi uma das primeiras experiências mundiais&lt;br /&gt;desse tipo de uso da tecnologia. Depois o blog iria se popularizar.&lt;br /&gt;Tudo isso estava em Seattle. Foi um ponto de mutação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalismo colaborativo ou cidadão nasceu ali?&lt;br /&gt;Como poucas vezes tivemos na história, os jovens de Seattle, que&lt;br /&gt;fuçavam na tecnologia, tiveram um papel importante para rapidamente&lt;br /&gt;colocar o conteúdo na internet. Nasceu um conceito do imediatismo, de&lt;br /&gt;eliminar intermediários. Era preciso facilitar o acesso das pessoas às&lt;br /&gt;informações. Agora, houve uma adaptação a esse modelo. Entramos num&lt;br /&gt;capitalismo imaterial em que nos tornamos consumidores-produtores e&lt;br /&gt;alimentamos uma rede gigantesca. Devemos olhar as redes sociais com&lt;br /&gt;mais cuidado. É preciso resgatar a ideia de construir e articular&lt;br /&gt;redes que possam de fato mobilizar as pessoas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-4878156203904611794?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/4878156203904611794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=4878156203904611794' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/4878156203904611794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/4878156203904611794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/11/midiativismo-guerra-da-informacao.html' title='Midiativismo: a guerra da informaçao'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-2830305916611622947</id><published>2009-11-11T09:29:00.001-08:00</published><updated>2009-11-11T09:29:55.937-08:00</updated><title type='text'>Matéria do El País sobre apagão</title><content type='html'>Fica a pergunta: eles analisaram o blecaute ou exageraram mesmo pra opinião pública internacional?&lt;br /&gt;abs!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula exige una explicación por el apagón que dejó sin luz a millones de personas en Brasil&lt;br /&gt;Inicialmente se culpó a la central hidroeléctrica de Itaipú de la falla que también dejó a oscuras a todo Paraguay.- La nueva tesis es que las fuertes tormentas desligaron tres líneas de conexión eléctrica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGENCIAS - Río de Janeiro - 11/11/2009&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vota&lt;br /&gt;Resultado Sin interésPoco interesanteDe interésMuy interesanteImprescindible 87 votos&lt;br /&gt;Comentarios Comentarios - 4    Imprimir   Enviar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, ha convocado hoy una reunión de urgencia para exigir una explicación de las causas del peor apagón que ha vivido el país en una década. Inicialmente las autoridades brasileñas habían señalado como la causa un fallo en la central hidroeléctrica de Itaipú, en la frontera con Paraguay. Pero la tesis ahora es que el fallo se produjo por el desligamiento de tres líneas eléctricas conectadas con esa central en el que han podido influir los fuertes vientos y lluvias concentradas en la región de Itaberá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Latinoamérica requiere una inversión anual de 10.000 millones de dólares en electricidad&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Brasil&lt;br /&gt;      Brasil&lt;br /&gt;      A FONDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Capital:&lt;br /&gt;          Brasilia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Gobierno:&lt;br /&gt;          República Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Población:&lt;br /&gt;          191,908,598 (2008)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La noticia en otros webs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * webs en español&lt;br /&gt;    * en otros idiomas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anoche (madrugada de España), un apagón generalizado dejó sin luz a millones de personas en 18 de los 26 Estados brasileños y en el vecino Paraguay. La falla causó un apagón de más de dos horas en las ciudades de Sao Paulo y Río de Janeiro, donde viven más de 30 millones de personas, y según la Administración Nacional de Electricidad dejó a todo Paraguay sin energía durante 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El incidente ha despertado dudas en Brasil acerca de la confiabilidad de su infraestructura energética, por lo que Lula ha convocado a su ministro de Energía, Edison Lobao, a una reunión urgente en Brasilia para que dé las explicaciones. La oposición está acusando al Gobierno de negligencia en el mantenimiento de las líneas de transmisión del país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las autoridades, inicialmente habían culpado a Itaipú -una de las centrales eléctricas más grandes del mundo- pero la compañía binacional que la opera ha informado hoy en un comunicado que el problema "se originó en otra parte". Afirma que la central, ubicada en la frontera binacional y que suministra cerca del 20% de la energía que consume Brasil y 90% de Paraguay, había estado funcionando normalmente, pero que no había podido transmitir electricidad porque las líneas eléctricas no estaban funcionando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algunos expertos en energía han cuestionado si una tormenta podría causar un apagón de tales proporciones en dos países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero el secretario ejecutivo del Ministerio de Minas y Energía, Marcio Zimmermann, se ha apresurado a descartar hoy versiones de la prensa estadounidense de que la falla se hubiese producido por un "ciberataque".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horas a oscuras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El apagón se ha producido poco después de las diez de la noche, hora local, y afectó a diversas ciudades de los estados de São Paulo, Río de Janeiro y Minas Gerais, los más populosos del país. La falta de energía afectó también a algunas zonas de los estados de Espíritu Santo y Pernambuco, según el portal de noticias G1, mientras que otros medios hablan de fallas también en el estado de Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Operador Nacional del Sistema Eléctrico (ONS) de Brasil informó de que el fallo provocó la caída de 17.000 megavatios, el equivalente al utilizado en todo el área de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El tráfico en las calles de São Paulo se vio afectado y miles de pasajeros tuvieron que abandonar los vagones de metros que no funcionaban y a caminar en las vías subterráneas para volver a la superficie. La falla interrumpió también el funcionamiento del metro de Río de Janeiro y afectó a los dos aeropuertos de la ciudad, el internacional Antonio Carlos Jobim y el Santos Dumont. Igualmente se produjo un colapso de las líneas telefónicas fijas y celulares. El servicio se restableció totalmente cinco horas después.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-2830305916611622947?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/2830305916611622947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=2830305916611622947' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/2830305916611622947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/2830305916611622947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/11/materia-do-el-pais-sobre-apagao.html' title='Matéria do El País sobre apagão'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-6869308965223044556</id><published>2009-11-11T07:38:00.001-08:00</published><updated>2009-11-11T07:38:53.153-08:00</updated><title type='text'>"O que eu não entendo"</title><content type='html'>Belo texto. Falamos e escrevemos muito, mas às vezes o jornalismo não diz nada. Bom proveito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAVIER MARÍAS LA ZONA FANTASMA&lt;br /&gt;Que no me entero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAVIER MARÍAS 08/11/2009&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vota&lt;br /&gt;Resultado Sin interésPoco interesanteDe interésMuy interesanteImprescindible 372 votos&lt;br /&gt;Imprimir   Enviar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leo este periódico a diario, desde su fundación. Además he escrito en él desde 1978, esporádicamente durante muchos años, mensualmente durante unos pocos, semanalmente desde hace casi siete, en este dominical. Es normal que lo que no me gusta de El País me preocupe, no tiene nada de particular. Les sucede a los que son sólo lectores, como demuestran sus Cartas al Director y sus quejas a la Defensora. En los últimos tiempos encuentro cada vez más motivos de preocupación: de tendencia, de estilo, de contenido, de foco o atención. Me fijo en los nombres de quienes firman las noticias, los comentarios, los reportajes, las críticas, las columnas y artículos de opinión. Conozco los de los corresponsales, nacionales e internacionales. Éstos han sido con frecuencia excelentes, y algunos lo siguen siendo. No voy a hablar, sin embargo, de las tendencias ni de los estilos ni de los contenidos ni de los focos o atenciones. Con todo, aún es mucho más lo que me agrada que lo que me desagrada. Y todo ello es subjetivo. Me voy a limitar a señalar un aspecto, el más preocupante de todos y el que más urgiría corregir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La noticia en otros webs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * webs en español&lt;br /&gt;    * en otros idiomas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nunca me había sucedido lo que me sucede a menudo últimamente”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca me había sucedido lo que me sucede a menudo últimamente: leo una información intentando enterarme de lo que ocurre en un lugar determinado, o de cómo está la situación de tal conflicto, o de cuáles van a ser los problemas del libro cuando se generalicen el e-book y similares, o de qué va a pasar con la fosa de García Lorca, y no lo consigo. En el mejor de los casos, me quedo como estaba, y en el peor, han aumentado mi ignorancia y mi confusión. Como he perdido muchas cosas, pero aún no mi capacidad intelectiva (o no enteramente), sólo me queda concluir que con frecuencia no se entiende nada de lo que los nuevos redactores (cada vez hay más nombres nuevos que no se asientan, no sé si son becarios que vienen y se van) intentan explicar. A veces se tiene la impresión de que fingen explicar algo que ellos no han comprendido previamente, lo cual hace su tarea imposible, claro está. En el caso de algunos corresponsales extranjeros, uno detecta con facilidad que se han limitado a mal copiar -es decir, a traducir mal- lo que los diarios o televisiones de cada país han dicho, y nada es más incomprensible que una traducción hecha por alguien que conoce mal la lengua de origen y deficientemente la propia. El resultado habitual es que el lector con ciertos conocimientos se ve obligado a llevar a cabo sobre la marcha una "traducción" de la información, esto es, a "deducir" lo que los redactores habrán entendido o habrán querido decir en realidad. Un juego de adivinación, que va contra las reglas más elementales del periodismo. Lo peor es que, como esto no se da sólo en El País, sino también en todos los demás diarios y sobre todo en las radios y televisiones -con la fuerza divulgadora de estas últimas, y lo de TVE es atroz-, nos encontramos con que también quienes no son corresponsales en el extranjero, y por tanto no tendrían en principio de dónde traducir, adoptan las meteduras de pata, las sintaxis ininteligibles y los innumerables falsos amigos que sus colegas propagan. Es llamativa la resistencia mínima que se opone hoy al continuo destrozo de la lengua. (Ojo, mi preocupación no se debe a ningún purismo, sino al creciente peligro de que no nos entendamos más que "retraduciéndonos" los unos a los otros, si cada cual trufa el español con los disparates que se le antojan.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sirva como ejemplo modesto la proliferación de falsos amigos, y eso que hay diccionarios para prevenirnos contra ellos. Obviamente, hay redactores de este diario (y por supuesto de otros) que ni los tienen ni los consultan, porque aún no se han enterado de que en inglés "extravagant" nunca significa "extravagante", sino "derrochador" o "despilfarrador"; de que "fastidious" es "puntilloso" o "meticuloso"; de que "dramatic", en bastantes contextos, no es "dramático", sino "espectacular"; de que "bizarre" no equivale a nuestro "bizarro", sino, como en francés, a "extraño" o incluso "estrafalario"; de que "to abuse" es "insultar" o "maltratar" muchas más veces que "abusar"; de que "anxiety" no significa "ansiedad", sino "angustia" (hace poco un crítico de Babelia se congratulaba de que por fin se hubiera traducido "fielmente" el título de una obra que contiene esa palabra, cuando precisamente ahora se ha traducido mal); de que "a stranger" no es "un extraño", sino "un desconocido" o el viejo "forastero" de las películas del Oeste; de que "miserable" quiere decir "desdichado"; de que "to remove" no es "remover", sino "quitar" o "sacar"; de que "ingenuity" e "intoxication" no son lo que parecen, sino "ingenio" y "embriaguez", y así decenas de casos más, que no se dan sólo en el inglés. La mayoría son cosas que los estudiantes de cualquier lengua aprenden en el primer curso. Gente que lleva años o meses viviendo en un país, y que escribe para la prensa, las desconoce y las traduce mal una y mil veces, hasta contagiárselas a quienes jamás han puesto un pie en el país en cuestión. Regalen esos diccionarios a quienes los necesiten en la redacción, por favor. Desearía volver a leer un periódico en el que no tuviera que retraducir a mi lengua las noticias que en él se me dan, y en el que me enterara un poco más.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-6869308965223044556?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/6869308965223044556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=6869308965223044556' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/6869308965223044556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/6869308965223044556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/11/o-que-eu-nao-entendo.html' title='&quot;O que eu não entendo&quot;'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-4853037759201557178</id><published>2009-10-01T06:48:00.000-07:00</published><updated>2009-10-01T06:49:54.834-07:00</updated><title type='text'>Eventos de jornalismo 4</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/SsSzV42az1I/AAAAAAAAARY/7YbCgxWbnq0/s1600-h/historias.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 180px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/SsSzV42az1I/AAAAAAAAARY/7YbCgxWbnq0/s320/historias.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387628242861215570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I Seminário Histórias de Roteiristas: Novo Paradigma do Cinema Brasileiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28, 29 e 30 de outubro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realização:&lt;br /&gt;Núcleo Audiovisual&lt;br /&gt;Centro de Comunicação e Letras - CCL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apoio:&lt;br /&gt;Mackpesquisa&lt;br /&gt;Autores de Cinema&lt;br /&gt;Martinelli Films&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato: seminarioroteiro.ccl@mackenzie.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira edição do Seminário Histórias de Roteiristas foi concebida dentro da filosofia do Projeto de Pesquisa “História de Roteiristas”, cuja investigação se desenvolve no escopo do cinema/teledramaturgia/audiovisual nacional. O eixo deste seminário é o tema Roteiro Audiovisual, um ponto por onde as reflexões sobre o audiovisual passarão obrigatoriamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, por motivos diversos, o interesse pelo roteiro é recente. Entidades como a Associação de Roteiristas - AR e a Autores de Cinema foram fundadas, respectivamente em 2000 e 2006. No ambiente universitário, vimos a revalorização do roteiro através das atualizações curriculares dos cursos oferecidos e de pesquisadores individuais e de grupos de pesquisa que vêm se debruçando sobre as questões teóricas e práticas do tema. Para a formação de roteiristas houve um espocar de cursos livres, edições de livros de autores nacionais e traduções de títulos de autores estrangeiros sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta deste Seminário é  de introduzir a reflexão organizada sobre o tema, trocar e expandir essa reflexão,  produzir novos conhecimentos e de promover anualmente outras edições do Seminário junto àqueles que se agreguem a esta área do conhecimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação e inscrições em &lt;a href="http://www.mackenzie.br/i_sem_hist_roteiristas.html"&gt;http://www.mackenzie.br/i_sem_hist_roteiristas.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-4853037759201557178?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/4853037759201557178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=4853037759201557178' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/4853037759201557178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/4853037759201557178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/10/eventos-de-jornalismo-4.html' title='Eventos de jornalismo 4'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/SsSzV42az1I/AAAAAAAAARY/7YbCgxWbnq0/s72-c/historias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-906659020324099337</id><published>2009-09-30T12:18:00.000-07:00</published><updated>2009-09-30T12:25:38.740-07:00</updated><title type='text'>Eventos de jornalismo 3</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/SsOwlYglIVI/AAAAAAAAARQ/IX6nFbJCmss/s1600-h/imagem.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/SsOwlYglIVI/AAAAAAAAARQ/IX6nFbJCmss/s400/imagem.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387343735545995602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; O Comando Militar do Sudeste (CMSE) realizará, neste Quartel-General do Ibirapuera,  no período de 20 a 28 de outubro de 2009, o “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;III ESTÁGIO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL&lt;/span&gt;”, constando de um ciclo de palestras e visitas relacionadas com a atividade de Comunicação Social para  integrantes dos  Grandes Comandos, Grandes Unidades, Unidades da área do CMSE, 8º Distrito Naval , IV Comando Aéreo Regional, Polícias Militar, Federal e  Civil de São Paulo  que atuam na área de Comunicação Social e também para  estudantes das principais Faculdades de Comunicação Social da cidade de São Paulo e do Interior. &lt;br /&gt; O Estágio tem como tema e mensagem principal – “ O Exército na Sociedade: Conhecer, Integrar e Comunicar”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-906659020324099337?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/906659020324099337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=906659020324099337' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/906659020324099337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/906659020324099337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/09/eventos-de-jornalismo-3.html' title='Eventos de jornalismo 3'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/SsOwlYglIVI/AAAAAAAAARQ/IX6nFbJCmss/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-2385104457595711065</id><published>2009-09-30T12:17:00.000-07:00</published><updated>2009-09-30T12:18:06.167-07:00</updated><title type='text'>Eventos de jornalismo 2</title><content type='html'>3º MEDIA ON - Seminário Internacional de Jornalismo Online&lt;br /&gt;Futuro incerto e a revolução permanente na mídia&lt;br /&gt;Realização &lt;br /&gt;Terra&lt;br /&gt;Itaú Cultural&lt;br /&gt;Curadores&lt;br /&gt;Antonio Prada &lt;br /&gt;Jaime Spitzcovsky&lt;br /&gt;Fernanda Cerávolo&lt;br /&gt;Produtora Executiva&lt;br /&gt;Théa Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apoio&lt;br /&gt;BBC Brasil&lt;br /&gt;CNN&lt;br /&gt;Local &lt;br /&gt;Itaú Cultural&lt;br /&gt;São Paulo – SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data&lt;br /&gt;27, 28 e 29 de outubro de 2009 &lt;br /&gt;Transmissão em tempo real pelo site www.mediaon.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO&lt;br /&gt;1o DIA &lt;br /&gt;27 de outubro&lt;br /&gt;Terça-feira - 19h30 às 21h30&lt;br /&gt;Super Session de abertura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o jornalismo de qualidade pode sobreviver e prosperar na era da Internet&lt;br /&gt;Joshua Benton - Diretor do The Nieman Journalism Lab, Universidade de Harvard&lt;br /&gt;Mediador:&lt;br /&gt;Ricardo Lessa - Globonews&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;2o DIA &lt;br /&gt;28 de outubro&lt;br /&gt;Quarta-feira - 9h às 9h30 &lt;br /&gt;Welcome Coffee - Credenciamento&lt;br /&gt;Painel 1 – Revolução Digital 1  –  O planejamento dos grandes grupos de mídia num universo de mudanças permanentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira - 9h30 às 11h00&lt;br /&gt;• Avaliação de resultados das grandes empresas de comunicação brasileiras nas plataformas digitais&lt;br /&gt;• A migração das mídias impressa, rádio e TV para as digitais &lt;br /&gt;• Visão estratégica das empresas de comunicação que nasceram antes da internet&lt;br /&gt;Mediador: &lt;br /&gt;Mílton Jung – jornalista da rádio CBN e autor do Blog do Mílton Jung&lt;br /&gt;Debatedores:&lt;br /&gt;Pedro Doria – Editor-chefe de conteúdos digitais do Grupo Estado&lt;br /&gt;Antonio Guerreiro – Gerente de conteúdo R7, Record TV &lt;br /&gt;Fabiana Zanni – Diretora de Mídias Digitais, Grupo Abril &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Painel 2 – Case BBC – Como a BBC conquistou a liderança  nas mídias digitais&lt;br /&gt;Quarta-feira - 11h30 às 13h &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A empresa investe pesado e se destaca no uso de plataformas digitais   &lt;br /&gt;• O case i-player: o serviço de TV online que publicou mais de 248 milhões de itens de conteúdo desde o seu lançamento e será lançado internacionalmente &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediador: &lt;br /&gt;Beth Saad – Professora Titular da ECA-USP e diretora de Estratégia da Digital Happenings &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debatedor: &lt;br /&gt;Nathalie Malinarich – World Online Executive Editor, BBC.&lt;br /&gt;____________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Painel 3 – Case Clarín – A estratégia de um gigante das comunicações na Argentina&lt;br /&gt;Quarta-feira - 15h30 às 17h&lt;br /&gt;• A visão de futuro do conglomerado&lt;br /&gt;• Peculiaridades do mercado argentino e latino-americano&lt;br /&gt;• Novos formatos de negócios e novos produtos&lt;br /&gt;• As novas leis para a mídia&lt;br /&gt;Mediador:&lt;br /&gt;Heidy Vargas – jornalista e professora titular da Faculdade Metodista&lt;br /&gt;Debatedores: &lt;br /&gt;Marcos Foglia – Gerente de Novas Mídias do Clarín Global, Argentina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Painel 4 – Jornalismo sem intermediários - twitters e blogs aproximam fonte e consumidor de informação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira - 17h30 às 19h.&lt;br /&gt;• Qual o impacto, no jornalismo, das ferramentas que permitem que as fontes da informação entrem em contato direto com o público?&lt;br /&gt;• Casos de sucesso de uso de blogs e twitter por jornalistas&lt;br /&gt;• O que significa, para a indústria da comunicação, não-jornalistas se tornarem distribuidores de informação?&lt;br /&gt;• Como as empresas lidam com blogs e twitter de seus profissionais&lt;br /&gt;Mediador:&lt;br /&gt;Marion Strecker - Diretora de conteúdo do UOL &lt;br /&gt;Debatedores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Danilo Gentili – Repórter do CQC, programa de jornalismo e humor da TV Bandeirantes &lt;br /&gt;Altino Machado – Blog da Amazônia, de Terra Magazine &lt;br /&gt;Camilla Menezes – Twitter de Mano Menezes &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;3o DIA &lt;br /&gt;29 de outubro&lt;br /&gt;Quinta-feira - 9h às 9h30 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Painel 5 – A experiência das empresas que já nasceram com vocação digital&lt;br /&gt;Quinta-feira - 9h30 às 11h &lt;br /&gt;• Viabilidade das empresas de internet&lt;br /&gt;• Diferenças fundamentais de estratégias entre as empresas de comunicação que já nasceram para atuar na Web e as que precisam dela para continuar no negócio&lt;br /&gt;• Mobilidade, o novo paradigma.&lt;br /&gt;• O desafio de cobrar pelo conteúdo e pelo espaço publicitário virtual&lt;br /&gt;Mediador: &lt;br /&gt;Cláudia Vassallo – diretora de redação da revista EXAME, revista EXAME PME e do Portal EXAME &lt;br /&gt;Debatedores: &lt;br /&gt;Fernando Madeira – CEO do Terra Networks Latina America &lt;br /&gt;Pierre Haski – editor-chefe do Rue89.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Painel 6 – A informação em tempo real: como as novas tecnologias impactam o consumo de conteúdo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinta-feira - 11h30 às 13h&lt;br /&gt;• E o consumidor do futuro: o que ele vai ler, consumir, baixar e jogar na rede?&lt;br /&gt;• O papel do celular e da banda larga 3G&lt;br /&gt;• Como preparar o conteúdo para as novas ferramentas&lt;br /&gt;• A integração entre a TV e o meio digital&lt;br /&gt;Mediador:&lt;br /&gt;Americo Martins – Editor executivo para as Américas - BBC &lt;br /&gt;Debatedores:&lt;br /&gt;Nick Wrenn – Vice Presidente de Serviços Digitais da CNN Internacional &lt;br /&gt;Silvio Meira – Cientista e professor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;Painel 7 – O esporte como paradigma do jornalismo online&lt;br /&gt;Quinta-feira - 15h30 às 17h&lt;br /&gt;• Por que o jornalismo esportivo é um campeão de audiência na Internet&lt;br /&gt;• A experiência das transmissões ao vivo, grandes eventos&lt;br /&gt;Mediador:&lt;br /&gt;Wanderley Nogueira - Apresentador e repórter esportivo da Rádio Jovem Pan-AM&lt;br /&gt;Debatedores:&lt;br /&gt;José Henrique Mariante – Editor de Esporte - Folha de S.Paulo &lt;br /&gt;Luiz Fernando Gomes – Editor-Chefe do Grupo Lance! &lt;br /&gt;Julio Gomes – Editor do ESPN.com.br e do ESPN 360 &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;Painel 8 – O que um jornalista precisa para se integrar à era das novas mídias&lt;br /&gt;• Como as redes sociais impactam o dia-a-dia do profissional de imprensa e o jornalismo&lt;br /&gt;• Twitter, Facebook, Orkut, youtube: a força das ferramentas no engajamento dos geradores de informação &lt;br /&gt;Mediador: &lt;br /&gt;Carlos Drummond – Jornalista e coordenador do curso de Jornalismo, Facamp&lt;br /&gt;Debatedores:&lt;br /&gt;José Roberto Toledo – Abraji – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo &lt;br /&gt;Tiago Doria – IG e Concurso CNN de Jornalismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mediaon.com.br/#"&gt;http://www.mediaon.com.br/#&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-2385104457595711065?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/2385104457595711065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=2385104457595711065' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/2385104457595711065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/2385104457595711065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/09/eventos-de-jornalismo-2.html' title='Eventos de jornalismo 2'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-3693022182481686036</id><published>2009-09-30T12:10:00.000-07:00</published><updated>2009-09-30T12:11:01.690-07:00</updated><title type='text'>Eventos de jornalismo 1</title><content type='html'>30º Prêmio Vladimir Herzog&lt;br /&gt;Com informações do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo&lt;br /&gt;   16/10/2008&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.obore.com.br/aconteceIntegra.asp?cd=1410"&gt;http://www.obore.com.br/aconteceIntegra.asp?cd=1410&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 15 de outubro, quarta-feira, foram divulgados os nomes dos primeiros vencedores do 30º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Até a semana que vem, os ganhadores de todas as categorias já devem ter sido anunciados. São nove no total (Foto e Artes, Reportagem de TV, Livro-reportagem, Rádio, Jornal Impresso, Revista, Documentário de TV e Internet). Até agora, são conhecidos os vencedores das seguintes categorias: Foto e Artes, Internet e Jornal. Confira a divulgação no endereço do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os prêmios serão entregues no dia 27 de outubro, a partir das 19 horas no auditório do Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, o Tuca. Este ano, o Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos terá ainda um significado mais especial, pois será entregue na mesma cerimônia o Troféu Especial de Imprensa ONU/ 60 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos/Prêmios Vladimir Herzog – uma homenagem da ONU aos cinco jornalistas que mais se destacaram nos últimos anos na cobertura de temas ligados aos direitos humanos (Leia mais em ONU anuncia vencedores do Troféu Especial de Imprensa).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-3693022182481686036?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/3693022182481686036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=3693022182481686036' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/3693022182481686036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/3693022182481686036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/09/eventos-de-jornalismo-1.html' title='Eventos de jornalismo 1'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-1886187626688692572</id><published>2009-09-13T15:07:00.000-07:00</published><updated>2009-09-13T15:14:47.003-07:00</updated><title type='text'>Urbanismo: Sao Paulo tem jeito?</title><content type='html'>Sempre me interessei pela organizaçao das cidades. Talvez porque Sao Paulo parece nao ter nenhuma. Tai boa matéria sobre o tema do futuro das metrópoles. abs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/Sq1uPkaj65I/AAAAAAAAARA/H6vJavCSql8/s1600-h/i1209200901.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/Sq1uPkaj65I/AAAAAAAAARA/H6vJavCSql8/s320/i1209200901.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381078343529786258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, sábado, 12 de setembro de 2009&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Texto Anterior | Próximo Texto | Índice&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidades em colapso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arquiteto Christian de Portzamparc, à frente de plano de reurbanização de Paris, diz que metrópoles devem unir mais centro e periferia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joel Silva - 8.set.09/Folha Imagem&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engarrafamento na marginal Tietê na última terça, em São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARIO GIOIA&lt;br /&gt;DA REPORTAGEM LOCAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cidade flexível, repleta de parques por diversos bairros, transporte fácil e qualidade de vida acessível a todos os habitantes. Essa metrópole ideal, imaginada pelo arquiteto Christian de Portzamparc, é quase uma utopia, frente aos graves problemas enfrentados por locais tão diversos como São Paulo, Paris e Pequim.&lt;br /&gt;"Paris, assim como São Paulo, está à beira do colapso", afirma Portzamparc, 65, o principal arquiteto em atividade na França e ganhador do Prêmio Pritzker (o Nobel da arquitetura), no ano de 1994.&lt;br /&gt;"Quando eu falo na França que Paris vive os mesmos problemas de São Paulo, as pessoas acham que é um exagero, mas não é", diz ele. "As metrópoles são fenômenos novos. Suas dificuldades devem ser enfrentadas de novas maneiras."&lt;br /&gt;À frente de um dos dez escritórios de arquitetura contratados pelo governo Sarkozy para reformular o urbanismo da Grande Paris em um período de 20 a 40 anos, Portzamparc esteve em Brasília na segunda e na terça para participar de seminário internacional sobre as metrópoles.&lt;br /&gt;De lá, pela TV, viu o caos que se abateu sobre São Paulo após temporal, na terça. "É uma situação esperada. Privilegiar grandes vias expressas [como as marginais] e o transporte individual termina por criar coisas desse tipo."&lt;br /&gt;Para Portzamparc, as grandes avenidas criam, pouco a pouco, bairros-enclaves, que não se relacionam com o restante da cidade de forma sustentável. "Em Paris, por exemplo, essa circulação expressa cria setores segregados. Isso cria espaços sem futuro, que vivem unicamente de um tipo de atividade. Uma cidade sustentável tem de ser flexível."&lt;br /&gt;Por isso, o arquiteto observa semelhanças entre as atuais configurações da capital francesa e seus arredores e da Grande São Paulo. "A separação física e social, os problemas gerais de transporte, resultaram, em 1995, na grande onda de violência pela qual passaram Paris e outras cidades francesas. São Paulo não passou por isso, mas também vive um problema grave de circulação."&lt;br /&gt;Pequim, que o urbanista visitou recentemente, também está optando por um modelo errado, segundo ele.&lt;br /&gt;"É uma loucura, eles têm seis ou sete autoestradas periféricas e não investem nada em transporte público. Por que não? Porque todas as indústrias automobilísticas estão lá e vão investir em décadas de crescimento do mercado automobilístico na China, uma coisa imensa."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soluções&lt;br /&gt;O conceito de cidade flexível proposto por Portzamparc para Paris reinventa uma antiga ideia sua, a de quadra aberta, junto de grandes intervenções sobre o tecido urbano da capital e seus arredores.&lt;br /&gt;O plano cria "arquipélagos" verdes, parques espalhados por diversas regiões e espaços ociosos de linhas férreas.&lt;br /&gt;Transporte coletivo é outro foco do programa, com a construção de um monotrilho (espécie de metrô) sobre o atual anel periférico da Grande Paris, além de outras linhas para integrar todas as cidades.&lt;br /&gt;"Falo em quadras abertas há 20 anos, cujo centro é a rua, uma invenção extraordinária. Temos de revalorizar a rua, que é a verdadeira organização espacial de democracia, onde pobres e ricos andam lado a lado."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil&lt;br /&gt;Fascinado pela arquitetura brasileira feita por nomes como Oscar Niemeyer e Affonso Eduardo Reidy (1909-1964, que projetou o MAM Rio), "a melhor do mundo quando a estudava na adolescência, nos anos 60", Portzamparc diz que espera que seu projeto no Rio, a Cidade da Música, seja concluído no final do ano que vem.&lt;br /&gt;"Seria uma coisa desastrosa se não a finalizassem. Existem detalhes de acústica muito específicos que devem ser seguidos. O público de um concerto da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Osesp, por exemplo, merece receber um bom som."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-1886187626688692572?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/1886187626688692572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=1886187626688692572' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/1886187626688692572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/1886187626688692572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/09/urbanismo-sao-paulo-tem-jeito.html' title='Urbanismo: Sao Paulo tem jeito?'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/Sq1uPkaj65I/AAAAAAAAARA/H6vJavCSql8/s72-c/i1209200901.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-8567452456193116403</id><published>2009-09-02T11:36:00.001-07:00</published><updated>2009-09-02T11:37:00.067-07:00</updated><title type='text'>Comunidades falsificadas</title><content type='html'>Bom texto, o próprio entusiasta vê os dois lados da comunicação globalizada.&lt;br /&gt;abs.&lt;br /&gt;Edson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, domingo, 23 de agosto de 2009  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Texto Anterior | Próximo Texto | Índice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+Sociedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filósofo espanhol diz que a utopia de democracia direta e igualdade total na internet é mentirosa e ameaça minar as práticas de representação e participação políticas reais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RENATO ESSENFELDER&lt;br /&gt;DA REDAÇÃO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a emergência de gigantescas redes sociais virtuais, como o Facebook, a internet configura a sua utopia máxima: todos somos iguais. E, se somos todos iguais, não precisamos mais de eleições, pois não precisamos ser representados. Todos nos representamos no espaço democrático da internet. &lt;br /&gt;O raciocínio é tentador, mas, para o filósofo espanhol Jesús Martín-Barbero, é mentiroso -e temerário. "Nunca fomos nem seremos iguais", ele diz, e na vida cotidiana continuaremos dependendo de mediações para dar conta da complexidade do mundo, seja a mediação de partidos políticos ou a de associações de cidadãos. &lt;br /&gt;Martín-Barbero vê a internet como um dos fatores de desestabilização do mundo hoje, que não pode ser pensado por disciplinas estanques. Mundo, aliás, tomado pela incerteza e pelo medo, que nos faz sonhar com a relação não mediada das comunidades pré-modernas. O filósofo conversou com a Folha durante visita a São Paulo, na semana passada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;FOLHA - Desde 1987, quando o sr. lançou sua obra de maior repercussão ["Dos Meios às Mediações", ed. UFRJ], até hoje, o que mudou na comunicação e nas ciências sociais? &lt;br /&gt;JESÚS MARTÍN-BARBERO - Estamos em um momento de pensar o conceito de conhecimento como certeza e incerteza. A incerteza intelectual dos modernos se vê hoje atravessada por outra sensação: o medo. A sociedade vive uma espécie de volta ao medo dos pré-modernos, que era o medo da natureza, da insegurança, de uma tormenta, um terremoto. Agora vivemos em uma espécie de mundo que nos atemoriza e desconcerta.&lt;br /&gt;O medo vem, por exemplo, da ecologia: o que vai acontecer com o planeta, o nível do mar vai subir? A natureza voltou a ser um problema hoje, como aos pré-modernos. Depois vem o tema da violência urbana, a insegurança urbana. Por toda cidade que passo, de 20 mil a 20 milhões de habitantes, há esse medo. &lt;br /&gt;Como terceira insegurança, que nos afeta cada vez mais, aparece a vida laboral. Do mundo do trabalho, que foi a grande instituição moderna que deu segurança às pessoas, vamos para um mundo em que o sistema necessita cada vez menos de mão de obra. O mundo do trabalho se desconfigurou como mundo de produção do sentido da vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Nesse mundo de incertezas, como se comporta a noção de comunidade? Como ela aparece em redes virtuais como o Facebook? &lt;br /&gt;MARTÍN-BARBERO - Acho que ainda não temos palavras para nomear esse fenômeno. Falamos em rede social, mas o que significa social aí? Apenas uma rede de muita gente. Não necessariamente em sociedade. Há diferenças entre o que foi a comunidade pré-moderna e o que foi o conceito de sociedade moderna. &lt;br /&gt;A comunidade era orgânica, havia muitas ligações entre os seus membros, religiosas, laborais. Renato Ortiz [sociólogo e professor na Universidade Estadual de Campinas] faz uma crítica muito bem feita a um livro famoso de [Benedict] Anderson, que diz que a nação é como uma comunidade imaginada ["Comunidades Imaginadas", ed. Companhia das Letras], principalmente por jornais e a literatura nacional. &lt;br /&gt;É verdade, são fundamentais para a criação da ideia de nação. Mas Renato Ortiz diz que há muito de verdade e muito de mentira nisso. O que acontece é que, quando a sociedade moderna se viu realmente configurada pelo Estado, pela burocracia do Estado, começou a sonhar novamente com a comunidade. Era uma comunidade imaginada no sentido de querer ter algo de comunidade, e não só de sociedade anônima. &lt;br /&gt;Falar de comunidade para falar da nação moderna é complicado, porque se romperam todos os laços da comunidade pré-moderna. Eu diria que há aí um ponto importante, considerando que no conceito de comunidade há sempre a tentação de devolver-nos a uma certa relação não mediada, presencial. Essa é um pouco a utopia da internet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Qual utopia? &lt;br /&gt;MARTÍN-BARBERO - A utopia da internet é que já não necessitamos ser representados, a democracia é de todos, somos todos iguais. Mentira. Nunca fomos nem somos nem seremos iguais. E portanto a democracia de todos é mentira. Seguimos necessitando de mediações de representação das diferentes dimensões da vida. Precisamos de partidos políticos ou de uma associação de pais em um colégio, por exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - As comunidades virtuais da atualidade têm pouco das comunidades originais, então? &lt;br /&gt;MARTÍN-BARBERO - Quando começamos a falar de comunidades de leitores, de espectadores de novela, estamos falando de algo que é certo. Uma comunidade formada por gente que gosta do mesmo em um mesmo momento. Se a energia elétrica acaba, toda essa gente cai.&lt;br /&gt;É uma comunidade invisível, mas é real, tão real que é sondável, podemos pesquisá-la e ver como é heterogênea. Comunidade não é homogeneidade. Nesse sentido é muito difícil proibir o uso da expressão "comunidade" para o Facebook. Mas o que me ocorre ao usarmos o termo "comunidade" para esses sites é que nunca a sociedade moderna foi tão distinta da comunidade originária. &lt;br /&gt;O sentido do que entendemos por sociedade mudou. Veja os vizinhos, que eram uma forma de sobrevivência da velha comunidade na sociedade moderna. Hoje, nos apartamentos, ninguém sabe nada do outro. Outra chave: o parentesco. A família extensa sumiu. Hoje, uma família é um casal. O que temos chamado de sociedade está mudando. Estamos numa situação em que o velho morreu e o novo não tem figura ainda, que é a ideia de crise de [Antonio] Gramsci. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - A proposta de sites como o Facebook não é exatamente de fazer essa reaproximação? &lt;br /&gt;MARTÍN-BARBERO - Creio que há pessoas no Facebook que, pela primeira vez em suas vidas, se sentem em sociedade. É uma questão importante, mas não podemos esquecer da maneira como nos relacionamos com o Facebook.&lt;br /&gt;Um inglês que passa boa parte de sua vida só, em um pub, com sua grande cerveja, desfruta muito desse modo de vida. Nós, latinos, desfrutamos mais estando juntos.&lt;br /&gt;Evidentemente a relação com o Facebook é distinta. O site é real, mas a maneira como nos relacionamos, como o usamos, é muito distinta. O Facebook não nos iguala. Nos põe em contato, mas nada mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - De que maneira essas questões devem transformar os meios de comunicação? &lt;br /&gt;MARTÍN-BARBERO - Não sei para onde vamos, mas em muito poucos anos a televisão não terá nada a ver com o que temos hoje. A televisão por programação horária é herdeira do rádio, que foi o primeiro meio que começou a nos organizar a vida cotidiana. Na Idade Média, o campanário era que dizia qual era a hora de levantar, de comer, de trabalhar, de dormir. A rádio foi isso.&lt;br /&gt;A rádio nos foi pautando a vida cotidiana. O noticiário, a radionovela, os espaços de publicidade... Essa relação que os meios tiveram com a vida cotidiana, organizada em função do tempo, a manhã, a tarde, a noite, o fim de semana, as férias, isso vai acabar. Teremos uma oferta de conteúdos. A internet vai reconfigurar a TV imitadora da rádio, a rádio imitadora da imprensa escrita... Creio que vamos para uma mudança muito profunda, porque o que entra em crise é o papel de organização da temporalidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - A ascensão da internet e da oferta de informação por conteúdos suscita outra questão, ligada à formação do cidadão. Não corremos o risco de que um fã de séries de TV, por exemplo, só busque notícias sobre o tema, alienando-se do que acontece em seu país? &lt;br /&gt;MARTÍN-BARBERO - Antigamente, todos líamos, escutávamos e víamos o mesmo. Isso para mim era muito importante. De certa forma, obrigava que os ricos se informassem do que gostavam os pobres -sempre defendi isso como um aspecto de formação de nação.&lt;br /&gt;Quando lançaram os primeiros aparelhos de gravação de vídeo, disseram-me que isso era uma libertação: as pessoas poderiam selecionar conteúdos.&lt;br /&gt;Mas esse debate já não é possível hoje. Passamos para um entorno comunicativo, as mudanças não são pontuais como antes. A questão não é se eu abro ou não abro o correio. Não quero ser catastrofista, mas o tanto que a internet nos permite ver é proporcional ao tanto que sou visto. Em quanto mais páginas entro, mais gente me vê. É outra relação.&lt;br /&gt;Temos acesso a tantas coisas e tantas línguas que já não sabemos o que queremos. Hoje há tanta informação que é muito difícil saber o que é importante. Mas o problema para mim não é o que vão fazer os meios, mas o que fará o sistema educacional para formar pessoas com capacidade de serem interlocutoras desse entorno; não de um jornal, uma rádio, uma TV, mas desse entorno de informação em que tudo está mesclado. Há muitas coisas a repensar radicalmente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-8567452456193116403?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/8567452456193116403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=8567452456193116403' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/8567452456193116403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/8567452456193116403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/09/comunidades-falsificadas.html' title='Comunidades falsificadas'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-8285538511719756935</id><published>2009-08-23T15:23:00.000-07:00</published><updated>2009-08-23T15:24:47.751-07:00</updated><title type='text'>Aberta a temporada de caça a estagiários e trainees</title><content type='html'>No 2º semestre, setor irá abrir 45 mil oportunidades para estudantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://"&gt;http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=18041&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se você procura uma chance de publicar seu currículo, enviá-lo para empresas e até construir uma boa rede de contatos, então precisa conhecer o Universia Emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O serviço é gratuito para quem está buscando a sua oportunidade. 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"Ano passado, o Brasil vivia um grande momento econômico, com aumento significativo do PIB (Produto Interno Bruto). A tensão na economia externa, no entanto, acabou freando esse crescimento, o que também afetou o setor de estágios", explica o presidente da Abres, Seme Arone Júnior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Superintendente de Atendimento da Grande São Paulo do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), Celso Luiz Dutra, acredita que as vagas de estágios perdidas por conta da crise serão recuperadas em curto prazo. "O cenário indica que já no último trimestre de 2009 começaremos a colher os frutos da reação", ressalta. Ele, no entanto, acredita que os estudantes não devem esperar pela mudança. "É preciso aproveitar as oportunidades dessa temporada, que é promissora. Além da reposição das vagas não preenchidas no meio do ano, muitas empresas começam a se preparar para a contratação de estagiários e trainees para 2010", relata Dutra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A antecipação das empresas é justificada por Arone Júnior. "Da candidatura até a contratação o processo dura, em média, quatro meses. Só o período de inscrição dura de 30 a 60 dias. Isso para dar visibilidade à empresa e aumentar as probabilidades de seleção dos melhores estudantes", descreve. Apesar de cada empresa adotar táticas próprias de seleção, os processos seletivos, em geral, incluem testes on-line e presenciais, dinâmicas de grupo, estudos de caso e entrevistas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vagas disponíveis, de acordo com Dutra, abrangem todas as áreas do conhecimento. "Há, no entanto, maior concentração de oportunidades nas áreas de Exatas e Humanas, principalmente nos cursos de Administração, Contabilidade, Direito, Tecnologia da Informação e Engenharia", enfatiza o superintendente do CIEE. Arone Júnior também acrescenta os segmentos da Comunicação Social na lista das áreas com maior oferta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparação do estudante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para concorrer a uma das oportunidades os estudantes devem estar regulamente matriculados em uma instituição de Ensino Superior e, preferencialmente, estar cursando os dois últimos anos da graduação. "Há algumas empresas que contratam estudantes dos primeiros anos, mas as oportunidades são mais restritas", enfatiza o presidente da Abres, que sugere que mesmo quem esteja no primeiro ou no segundo ano se inscreva para os processos seletivos. "Ainda que não sejam convocados para a entrevista, terão a oportunidade de participar dos testes on-line e de se preparar para os próximos processos seletivos", orienta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os outros pré-requisitos exigidos pelas empresas são divididos em duas categorias por Arone: habilidades e competências. De um lado, a fluência no português, o domínio da informática, o raciocínio lógico e os conhecimentos de um idioma estrangeiro. Do outro, comunicação eficaz, trabalho em equipe, foco em resultado, iniciativa, pró-atividade e organização. "Um conjunto de aptidões que é avaliado e cobrado nos processos seletivos de estágios", enfatiza. A exigência para os candidatos às vagas de trainees é ainda maior. Em geral, pede-se também fluência em outra língua, além de disponibilidade para viagens nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os benefícios oferecidos aos aprovados variam de acordo com a empresa e com o ano que o estudante está cursando. Mas, segundo estudo da Abres, a média salarial dos estagiários de nível superior no Brasil é de R$ 805,84. A lei de estágio garante vale transporte, seguro de vida e férias proporcionais. Há empresas, no entanto, que oferecem também alimentação e plano de saúde. Os salários para trainees podem chegar a R$ 3 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oportunidades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Universia Brasil preparou uma relação com mais de 20 programas de estágio e trainee que estão atualmente com as inscrições abertas. São aproximadamente 500 vagas disponíveis. Confira as oportunidades e fique atento aos prazos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-8285538511719756935?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/8285538511719756935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=8285538511719756935' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/8285538511719756935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/8285538511719756935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/08/aberta-temporada-de-caca-estagiarios-e.html' title='Aberta a temporada de caça a estagiários e trainees'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-669428511394289108</id><published>2009-08-22T15:37:00.000-07:00</published><updated>2009-08-22T15:39:03.291-07:00</updated><title type='text'>Ah, eu nao resisto postar...</title><content type='html'>" Enquanto viver quero continuar na TV, igual a Dercy ", diz Maisa Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua primeira entrevista concedida para o programa SBT Repórter 28 anos, comemorando o aniversário do SBT, a pequena Maisa Silva falou de tudo e de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Maisa conversou com o apresentador Beto Marden e daquele jeitinho dela: sempre alegre e brincalhona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo no início Maisa disparou: "Enquanto viver quero continuar na TV, igual a Dercy Gonçalves." A pequena também contou qual a receita do sucesso: "Eu já nasci assim. Cada um tem o seu dom. Deus nasceu para ser Deus. Você (Beto Marden) nasceu para ser você", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre Silvio Santos ela falou: "O Silvio nasceu para ser um grande homem, um herói." Ainda sobre o patrão a pequena falou que ele foi o criador da televisão brasileira: "Eu agradeço muito a ele por poder fazer parte do SBT, essa casa linda." "Se depender de mim, nunca irei sair do SBT", finalizou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-669428511394289108?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/669428511394289108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=669428511394289108' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/669428511394289108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/669428511394289108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/08/ah-eu-nao-resisto-postar.html' title='Ah, eu nao resisto postar...'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-2145608272705759861</id><published>2009-08-21T11:43:00.000-07:00</published><updated>2009-08-21T11:44:05.506-07:00</updated><title type='text'>Após 16 anos, Record compra documentário 'Muito Além do Cidadão Kane'</title><content type='html'>20/08/2009 | &lt;br /&gt;Diógenes Muniz* &lt;br /&gt;Folha Online &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como parte dos esforços para atacar a Globo, a Record fez uma aquisição poderosa: comprou o documentário "Muito Além do Cidadão Kane" ("Beyond Citizen Kane"). A emissora fechou o negócio nesta semana, mas já havia tentado adquirir os direitos de exibição para TV brasileira nos anos 90. Segundo apurou a Folha Online, o material saiu por menos de US$ 20 mil para a emissora do bispo Edir Macedo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a semana passada, quando Globo e Record começaram a se atracar em rede nacional, o nome da produção voltou à baila. No entanto, quase tudo o que se diz sobre ela --de sua suposta proibição à autoria do trabalho-- é equivocado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Record já vinha veiculando trechos do documentário em seus telejornais noturnos antes da aquisição. O filme chegou a ser citado no "Repórter Record" de domingo (16). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transmitido pela primeira vez em 1993, no Reino Unido, "Muito Além..." mostra o empresário Roberto Marinho (1904-2003) como ícone da concentração da mídia no Brasil --daí a referência a Charles Foster Kane, magnata das comunicações vivido pelo cineasta Orson Welles em "Cidadão Kane" (1941). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simon Hartog, diretor da obra, morreu em 1992, antes de o trabalho ser exibido. Seu produtor e braço-direito era John Ellis, que se tornou a partir daí o responsável pelo projeto. Ellis deteve, até o começo dessa semana, o direito de exibição do filme em TV aberta no Brasil, agora na mão da Record. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo dublado de forma capenga, o documentário se transformou num "hit" no país antes da internet ser o que é hoje --ou seja, circulava em VHS. Custou cerca de US$ 260 mil [R$ 445 mil] à extinta empresa Large Door, na qual Hartog e Ellis eram sócios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produtora independente fez o longa para o canal britânico Channel 4, responsável por sua transmissão (a BBC nunca teve qualquer ligação com a produção, diferentemente do que a própria Record insiste em divulgar). Curiosidade: uma das maiores audiências do Channel 4 é o "Big Brother", também carro-chefe da Globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bastidores &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao caderno "Mais!" publicada em fevereiro do ano passado, Ellis revelou que tanto Globo quanto Record tentaram comprar os direitos do filme nos anos 90 --a primeira para engavetá-lo, a segunda pare exibi-lo. Ellis disse também que o título nunca foi proibido ou embargado pela Justiça brasileira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A igreja [Universal do Reino de Deus] já tinha uma filial em Londres naquela época [começo dos anos 90]. Mas percebeu que haveria uma disputa judicial com a TV Globo a respeito das muitas imagens retiradas da programação deles. Então decidiu não comprá-lo", relatou o produtor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, a Record pode se concentrar em exibir os trechos "autorais" do filme, ou seja, limar as imagens da TV Globo e focar nos relatos e entrevistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Políticos como Leonel Brizola (1922-2004), Antonio Carlos Magalhães (1927-2007) e Luiz Inácio Lula da Silva --apresentado então como líder sindical-- falam sobre a emissora carioca no filme. "Nada se faz [no Brasil] sem consultar o dr. Roberto Marinho. É assustador", diz o cantor Chico Buarque, no início da fita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro trecho da entrevista à Folha no ano passado, este inédito, Ellis criticou o envolvimento da Iurd com a Record. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Por que uma igreja deveria gastar seu dinheiro desse modo [em TV] quando há muitos assuntos urgentes que merecem seu dinheiro e atenção? Como eles respondem a isso?", questionou à época. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Justiça recebeu neste mês denúncia do Ministério Público de São Paulo e abriu ação criminal contra Edir Macedo, fundador da Iurd, e mais nove integrantes da igreja, sob acusação de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Procurada pela reportagem, a Record não confirmou tampouco negou a compra de "Muito Além do Cidadão Kane". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Google Videos, o documentário está disponível na íntegra desde fevereiro de 2006. Também aparece hospedado no site da Igreja Universal, o ArcaUniversal.com.br. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Editor de Multimídia da Folha Online&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-2145608272705759861?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/2145608272705759861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=2145608272705759861' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/2145608272705759861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/2145608272705759861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/08/apos-16-anos-record-compra-documentario.html' title='Após 16 anos, Record compra documentário &apos;Muito Além do Cidadão Kane&apos;'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-798350908357512674</id><published>2009-08-21T11:40:00.000-07:00</published><updated>2009-08-21T11:41:37.174-07:00</updated><title type='text'>Diploma de jornalista será debatido em audiência pública na quinta</title><content type='html'>Notícias&lt;br /&gt;Diploma de jornalista será debatido em audiência pública na quinta&lt;br /&gt;21/08/2009 | &lt;br /&gt;Redação &lt;br /&gt;Agência Câmara &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;cont_key=417644"&gt;http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;cont_key=417644&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exigência do diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista será debatida na próxima quinta-feira (27/08) em audiência pública conjunta das Comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e de Educação e Cultura da Câmara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate será realizado por iniciativa da deputada Raquel Teixeira (PSDB-TO), que teve seus requerimentos de audiência pública subscrito por vários deputados nas duas comissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da discussão sobre a necessidade ou não de se regulamentar a profissão de jornalista, a audiência também pretende avaliar as consequências da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que dispensou o diploma de curso superior de jornalismo para o exercício profissional na área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há posicionamentos divergentes entre os diversos segmentos da nossa sociedade quanto à conveniência desse diploma, por isso, julgo importante que se possa debater a exigência ou não de graduação para o exercício dessa profissão de grande relevância. Creio que chegaremos a uma decisão satisfatória para os profissionais, para os meios de comunicação e para a sociedade brasileira", argumentou Raquel Teixeira em seu requerimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram convidados para o debate o ministro do STF, Marco Aurélio; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto; o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade; o Presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), Edson Spenthof; a Presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Judith Brito; o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), Gilberto Selber; e o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slaviero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A audiência está marcada para as 9h30, no plenário 13.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-798350908357512674?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/798350908357512674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=798350908357512674' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/798350908357512674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/798350908357512674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/08/diploma-de-jornalista-sera-debatido-em.html' title='Diploma de jornalista será debatido em audiência pública na quinta'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-2700663012117245164</id><published>2009-07-28T15:56:00.000-07:00</published><updated>2009-07-28T15:59:08.979-07:00</updated><title type='text'>Fotos no Flickr</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/Sm-CrZ6FKII/AAAAAAAAAQ4/ErgRzHUSMlk/s1600-h/DSC00288.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/Sm-CrZ6FKII/AAAAAAAAAQ4/ErgRzHUSMlk/s400/DSC00288.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363649363422029954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olà, pessoal!&lt;br /&gt;Vou colocar aqui umas fotos dessa viagem a Europa. Um abraço!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/edsoncapoano/"&gt;http://www.flickr.com/photos/edsoncapoano/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-2700663012117245164?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/2700663012117245164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=2700663012117245164' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/2700663012117245164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/2700663012117245164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/07/fotos-no-flickr.html' title='Fotos no Flickr'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jWs0u0P_7U0/Sm-CrZ6FKII/AAAAAAAAAQ4/ErgRzHUSMlk/s72-c/DSC00288.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-3971165659381344908</id><published>2009-06-23T12:26:00.001-07:00</published><updated>2009-06-23T12:26:24.643-07:00</updated><title type='text'>Ambientes virtuais: blogs e emprego 2</title><content type='html'>São Paulo, segunda-feira, 19 de janeiro de 2009  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Texto Anterior | Próximo Texto | Índice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entenda o que significa "blog content" &lt;br /&gt;COLABORAÇÃO PARA A FOLHA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender melhor por que uma empresa pagaria pelo conteúdo de um blog pessoal, vale dizer que o principal motivo é que é um ótimo negócio.&lt;br /&gt;Imagine o seguinte: você tem um blog sobre um assunto que ama, como carros, e pesquisa e escreve com frequência sobre o tema. Além disso, tem uma vasta rede de contatos que lotam seus comentários, é mencionado em outros blogs e participa ativamente de comunidades. Pronto, você é popular e já tem um "ramo" na blogsfera.&lt;br /&gt;Agora, se uma montadora quer fazer um blog para se aproximar do consumidor final, ela pode contratar uma agência, que vai contratar um jornalista especializado e, depois, vai divulgar o site para que ele tenha visibilidade. Que pode dar certo, ou não.&lt;br /&gt;Mas, se o seu blog já tem leitores cativos, basta que eles te chamem, você põe um link no seu blog no estilo "mudei de endereço e agora estou escrevendo no site tal" e está feito.&lt;br /&gt;Isso é chamado "blog content" e já existem até pessoas cuidando especificamente disso dentro de agências. Sim, porque é muito vantajoso: a empresa que quer fazer a ação e a agência já sabem como é o seu texto, que seu blog já tem leitores, que você tem moral na web e que já tem material para saber se quer associar a marca a você.&lt;br /&gt;Além de evitar surpresas, contratar blogueiros é opção econômica. Como a maioria escreve sobre uma paixão, quando surge alguém querendo pagar pelos textos que já seriam publicados, qualquer valor parece vantajoso. Muitas vezes escrever para uma empresa significa ter novas regras, como não criticar ninguém e não falar sobre sexo, por exemplo. Por isso pense bem se a grana vale sua liberdade perdida. (MF)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-3971165659381344908?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/3971165659381344908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=3971165659381344908' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/3971165659381344908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/3971165659381344908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/06/ambientes-virtuais-blogs-e-emprego-2.html' title='Ambientes virtuais: blogs e emprego 2'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-8567618714828645199</id><published>2009-06-23T12:25:00.001-07:00</published><updated>2009-06-23T12:25:57.837-07:00</updated><title type='text'>Ambientes virtuais: blogs e emprego</title><content type='html'>São Paulo, segunda-feira, 19 de janeiro de 2009  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Texto Anterior | Próximo Texto | Índice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;carreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blogs obrigatórios&lt;br /&gt;Empresas de comunicação passam a considerar os diários pessoais on-line um fator decisivo na hora de contratar tanto já formados quanto estagiários &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Anizelli/ Folha Imagem&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Lia se deu bem por causa de seu blog&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARINA FUENTES&lt;br /&gt;COLABORAÇÃO PARA A FOLHA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela ideia de que blogs são espaços democráticos onde cada um escreve o que bem entende está cada vez mais distante. As ferramentas de publicação não só são analisadas durante um processo de seleção para estágio ou trabalho como também são obrigatórias. Pelo menos quando se trata do mercado de comunicação, literatura e arte.&lt;br /&gt;Claudia Royo, 22, estudou jornalismo mas quer mesmo é trabalhar com moda. Ela participou de entrevistas para trabalhar em uma agência de conteúdo e foi surpreendida quando recebeu a ligação de volta. "Você vai ter que criar um blog", disse a profissional que ia contratá-la. Claudia seria chamada como integrante de um projeto de "blog content" (leia ao lado) para cobrir a São Paulo Fashion Week. Um dos patrocinadores do evento teria um site reunindo posts de vários blogueiros convidados que comentariam bastidores e desfiles -e receberiam por isso.&lt;br /&gt;Mesmo com o projeto não vingando -a empresa não ia mais patrocinar a SPFW-, Claudia resolveu continuar com a missão de criar um blog. "Percebi como seria importante para conseguir outras oportunidades como essa", disse ela.&lt;br /&gt;E é verdade, já que o caso de Claudia foi exceção. Atualmente agências contatam cada vez mais estagiários através de seus blogs. Jeff Paiva, diretor de social media da Agência Click, explica por que a ferramenta é fundamental na contratação: "Você já consegue avaliar o texto da pessoa, como ela desenvolve ideias, de quais temas ela gosta e como ela reage a algumas situações, como a críticas e a ataques nos comentários", conta ele, que diz que o blog é uma mistura de currículo com dinâmica de grupo. "A pessoa mostra como realmente é."&lt;br /&gt;Para Paula Guedes, coordenadora de conteúdo da agência de mídia interativa Garage, a existência de um blog ajuda na primeira triagem de candidatos a um estágio. "Dá para avaliar se ele escreve bem e como transita no meio de que gosta. Além disso, blogueiros são pesquisadores de novas ferramentas."&lt;br /&gt;Além de mostrar interesses, criatividade e um bom português, os blogs também revelam nomes que muitas vezes têm uma enorme popularidade na blogsfera. Foi assim com Lia Camargo, 25, que se formou em produção editorial e conseguiu vários trabalhos pelo seu blog (www.justlia.com.br).&lt;br /&gt;"Criei há nove anos, para falar de assuntos de meninas, e ele começou a fazer bastante sucesso", conta. Mas Lia foi esperta na divulgação: criou páginas em todas as ferramentas de comunidades, todas com link para o blog. Em uma delas, a Game TV, criou um blog só de games. "Os editores do site viram um blog customizado de uma menina falando sobre games e me chamaram para trabalhar lá. Fiquei um ano."&lt;br /&gt;Com um blog fazendo o papel de currículo e de experiência de trabalho, muita gente que nunca trabalhou oficialmente é considerada especialista. É o caso do gaúcho Julio Câmara, 15, que há dois anos criou um blog de variedades que, aos poucos, foi se especializando em tecnologia. Quando viu que tinha muitos leitores, resolveu criar o TecnoZilla (http://tecnozilla.info).&lt;br /&gt;"Minha idéia nem era transformar o blog em trabalho, mas sou fissurado em tecnologia e fui ganhando fama na blogsfera, era chamado para podcasts, mencionado em outros blogs..."&lt;br /&gt;O TecnoZilla chamou a atenção de agências. Mas, quando foi chamado para cobrir uma feira de tecnologia, Julio bateu de frente com uma dificuldade: a idade. "Não poderiam contratar menor de 18 anos", lamenta ele, que agora é blogueiro da Insite (blog.insite.com.br), no qual dá dicas para criar blogs.&lt;br /&gt;Ainda mais novo, Gabriel Naressi, 12, criou no ano passado o blog de humor mundotosco.com.br. "Como o acesso estava aumentando muito, comprei um domínio, fiz um template e parcerias com outros sites para troca de banners", conta. Recentemente, Gabriel foi incluído por uma agencia em uma lista de blogueiros com potencial para escrever publieditoriais (textos pagos sobre uma marca ou um produto específico) em seu blog. Ainda não foi escalado, mas sabe do potencial que tem: "Dá para viver disso", espera.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-8567618714828645199?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/8567618714828645199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=8567618714828645199' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/8567618714828645199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/8567618714828645199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/06/ambientes-virtuais-blogs-e-emprego.html' title='Ambientes virtuais: blogs e emprego'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-3573256164398922461</id><published>2009-06-23T12:07:00.000-07:00</published><updated>2009-06-23T12:09:24.551-07:00</updated><title type='text'>Até onde vai o câncer da Dilma?</title><content type='html'>Em uma palestra na PUC, um cidadão perguntou ao editor da Veja se esta daria capa para alguma doença do Serra. Olimpicamente, o jornalista disse sim. SÉRÁ?!?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, domingo, 24 de maio de 2009  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Texto Anterior | Próximo Texto | Índice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GILBERTO DIMENSTEIN &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Ela provavelmente vai ser, na política, o exemplo de resiliência que Ronaldo se tornou, até aqui, no futebol &lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NO DIA 2 de janeiro de 1996, uma tarde chuvosa, um caminhão matou o pai, a mãe e o único irmão da jornalista Lina de Albuquerque. Sua dor acabou numa curiosidade sobre pessoas que aprendem a recomeçar a vida. A curiosidade se transformou agora no relato de 26 pessoas, entre anônimos e famosos, que contam como superaram o que, por um tempo, parecia insuperável.&lt;br /&gt;A leitura das histórias do livro "Recomeços", lançado por Lina, dá uma pista sobre o que espera a ministra Dilma Rousseff caso ela consiga superar o câncer e manter sua candidatura à Presidência.&lt;br /&gt;Ela provavelmente vai ser, na política, o exemplo de resiliência que Ronaldo se tornou, até aqui, no futebol, e João Carlos Martins, na música -o apreço por seres resilientes (resiliência é a propriedade física de os materiais voltarem ao estado natural depois de um choque) é tão forte na opinião pública que erros cometidos no passado são esquecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro, com 26 histórias de vida, Lily Marinho fala sobre a morte de um filho e de um casamento com uma velha paixão -o jornalista Roberto Marinho, então com 88 anos. Bárbara Paz conta como ficou desfigurada por causa de um acidente que deixou marcas profundas em seu rosto e cortou sua trajetória de modelo. Lucinha Araújo revela sua estratégia para lidar com a morte de Cazuza, seu filho.&lt;br /&gt;Paulo Borges, o inventor da São Paulo Fashion Week, mostra como recomeçou ao adotar uma criança -e todas as dificuldades em torno dessa adoção. Rita Cadillac, a ex-chacrete, dá detalhes sobre como, depois de uma série de desilusões amorosas, se casou com um homem bem mais jovem, amigo de seu filho.&lt;br /&gt;Não são relatos de autoajuda nem desabafos. Ninguém está reclamando de nada, sentindo-se vítima nem se vangloriando de coragem ou de ser uma fortaleza. Apenas contam sobre recomeços.&lt;br /&gt;Impossível não sentir a afinidade com os personagens, da sofisticada e cosmopolita Lily Marinho à debochada Rita Cadillac -e aqui entra, involuntariamente, Dilma e seu projeto presidencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me levou ao livro é minha convicção de que as escolas deveriam trabalhar com seus alunos exemplos de resiliência, como antídoto ao clima de "tanto faz" que se dissemina entre boa parte das crianças e adolescentes de classe média e alta -é a geração sem limites.&lt;br /&gt;A leitura imediatamente, porém, me remeteu a Dilma, vendo-a como mais um daqueles personagens com uma história para contar.&lt;br /&gt;Há pudores sobre tratar abertamente o câncer e a candidatura da ministra, que, na semana passada, viu seu nome passar dos 20% de preferência do eleitor, segundo pesquisas ainda reservadas.&lt;br /&gt;Mas o fato é o seguinte: se o câncer for derrotado (o que é uma possibilidade razoável, segundo especialistas), a ministra ganha uma extraordinária vantagem eleitoral. Nenhuma doença é, hoje, mais acompanhada no Brasil, gerando uma empatia coletiva.&lt;br /&gt;Até agora, ela vem se comportando com elegância e dignidade -o que lhe atrai simpatias além de questões políticas e partidárias.&lt;br /&gt;De certa forma, ela se equipara a Lula. Se Lula se aproveitou da imagem de que veio da miséria e soube superá-la, Dilma será cercada pela auréola heroica de que soube recomeçar. É algo que, eleitoralmente, tem muito mais apelo do que a imagem da fria técnica que conduz um plano de investimentos -um plano, aliás, que está mais no palanque do que nas ruas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou dizendo aqui que Dilma vai montar uma estratégia de marketing tirando proveito da desgraça. Nem precisa. Não haverá um único dia sem que sua doença não seja exposta e analisada, entre as idas e vindas ao hospital, além do acompanhamento de sua agenda.&lt;br /&gt;Talvez num país mais racional, menos emotivo, a maioria das pessoas avaliasse que seria um risco eleger alguém que teve uma doença tão grave. Mas o Brasil é um país emotivo. Ela será apresentada como alguém que, apesar de tudo, não parou de trabalhar pelo país.&lt;br /&gt;Isso somado ao fato de ser mulher e, especialmente, ter o apoio de alguém hábil em manipular as emoções como Lula, que, como sabemos, soube recomeçar várias vezes -e soube também fazer marketing desses recomeços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS - Coloquei no meu site (www.dimenstein.com.br) trechos de algumas histórias de vida do livro "Recomeços". Aliás, impagável a frase com que Rita Cadillac termina seu depoimento: "Quando eu morrer, quero ser enterrada de bruços". É uma brincadeira com Rita Lee, que, certa vez, disse que a ex-chacrete era a "única bunda pensante do Brasil".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-3573256164398922461?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/3573256164398922461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=3573256164398922461' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/3573256164398922461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/3573256164398922461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/06/ate-onde-vai-o-cancer-da-dilma.html' title='Até onde vai o câncer da Dilma?'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-5346276222297226153</id><published>2009-06-23T12:06:00.002-07:00</published><updated>2009-06-23T12:07:41.146-07:00</updated><title type='text'>Lula lá 2 (é nóis no Twitter, companheiro)</title><content type='html'>São Paulo, domingo, 31 de maio de 2009  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Texto Anterior | Próximo Texto | Índice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exposição de Lula extrapola mídia oficial&lt;br /&gt;Além de programa de rádio, petista vai estrear coluna em jornal popular e Presidência terá blog, canal no YouTube e Twitter &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nelson Breve, secretário de imprensa da Presidência, diz que a exposição maior de Lula "ocorre devido aos resultados do governo" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LETÍCIA SANDER&lt;br /&gt;DA SUCURSAL DE BRASÍLIA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca antes o país teve um presidente tão midiático quanto Luiz Inácio Lula da Silva. De quando chegou ao poder até hoje, Lula fez crescer sua exposição pública, sustentada no aumento dos canais de comunicação do governo e em sua disposição de aparecer mais.&lt;br /&gt;O leque foi ampliado para além dos veículos que tradicionalmente faziam a divulgação oficial das atividades do Planalto em gestões anteriores, como Radiobras, NBR, programas de rádio e TVs educativas.&lt;br /&gt;Nos próximos meses, Lula estreará uma coluna em jornais populares. A internet trouxe outras novidades: em breve, a Presidência inaugurará um blog, um canal no YouTube e vai aderir ao Twitter.&lt;br /&gt;Aos moldes do que já existia na gestão anterior, o governo Lula criou o "Café com o Presidente", programa semanal de rádio inaugurado em novembro de 2003 e hoje disponível para 1.300 emissoras. Ele foi seguido do "Bom Dia Ministro", que levou 31 integrantes do primeiro escalão ao ar em 2008, com a participação de 173 rádios ao vivo.&lt;br /&gt;Há ainda o "Em Questão", boletim de atos do governo cuja versão eletrônica é enviada a cerca de 425 mil e-mails cadastrados. A tiragem da versão impressa é de mil exemplares.&lt;br /&gt;Ao custo previsto de R$ 15 milhões neste ano, o Planalto dispõe de empresa para "vender" o Brasil no exterior. Mediante a reserva de outros R$ 5 milhões, foi contratada outra empresa para fazer pesquisas para orientar as ações do governo. Em 2007, surgiu a TV Brasil, rede pública de televisão.&lt;br /&gt;Tal exposição coincide com o fato de pesquisas indicarem Lula como o governante mais bem avaliado até hoje. Em novembro de 2008, sua aprovação chegou a 70% -recorde desde que o Datafolha começou a fazer a avaliação, em 1990.&lt;br /&gt;"A exposição maior do presidente é fator importante para que ele mantenha sua popularidade. Mas isso ocorre devido aos resultados do governo", diz o secretário de imprensa da Presidência, Nelson Breve.&lt;br /&gt;Em 2005, Lula se afastou da imprensa após denúncias do mensalão. Recuperada a estabilidade do governo, houve orientação do presidente para que fosse trabalhada uma "distensão". Isso culminou com a chegada de Franklin Martins à Comunicação Social. Entre as incumbências do jornalista, segundo um colega, estaria a de deixar Lula mais disponível.&lt;br /&gt;A Presidência contabiliza que, em 2008, o presidente concedeu, em média, três entrevistas por semana. Naquele ano, foram 182 (incluindo exclusivas, coletivas e por escrito), superando as 157 de 2007 e as 92 de 2006. Só de janeiro a abril de 2009, Lula já superou o total de entrevistas concedidas em 2006, um ano eleitoral.&lt;br /&gt;"Duvido de que haja um chefe de Estado no mundo que converse mais com a imprensa do Lula. E ele faz isso, fundamentalmente, pelos meios de comunicação [privados]", diz Franklin. Ele refuta qualquer ligação entre exposição do presidente e objetivos eleitoreiros. "Há quatro anos, se reclamava de que ele falava pouco. Agora reclamam que ele fala muito?"&lt;br /&gt;A secretaria de imprensa da Presidência tem 88 servidores -25 jornalistas. O Planalto diz que a estrutura é similar à da gestão anterior. Só houve reforço, de 3 para 5 funcionários, nas equipes que atendem imprensa regional e internacional.&lt;br /&gt;Para Eduardo Graeff, ex-secretário-geral da Presidência na gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que teve uma passagem pela secretaria de comunicação no fim no governo tucano, "é bem marcante" o fato de Lula ter mais exposição do que tinha FHC.&lt;br /&gt;"Acho que é uma opção dele, e uma aptidão que ele tem para se expor. E, talvez ao fato de que ele não se envolva nas questões da administração da mesma forma que o FHC."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-5346276222297226153?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/5346276222297226153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=5346276222297226153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/5346276222297226153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/5346276222297226153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/06/lula-la-2-e-nois-no-twitter-companheiro.html' title='Lula lá 2 (é nóis no Twitter, companheiro)'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-6441678631423524209</id><published>2009-06-23T12:06:00.001-07:00</published><updated>2009-06-23T12:06:31.064-07:00</updated><title type='text'>Sorri mas continua sendo patrão</title><content type='html'>São Paulo, domingo, 24 de maio de 2009  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Texto Anterior | Próximo Texto | Índice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diálogo entre Maisa e Silvio Santos&lt;br /&gt;[Maisa para Sílvio Santos] "Silvio, (...) uma pergunta que meus amigos fazem: é verdade que você vai ao cabeleireiro e [coloca] um tipo de uma peruca?" &lt;br /&gt;[Silvio Santos] "Você tem alguma coisa a ver com o meu cabelo?" [...] "Maisa, fiquei vendo seu programa quando você começou a sua carreira... Você era muito ruim, feia, desajeitada. A roupa era feia, o cabelo era feio. Você agora é toda bonita, toda simpática, sorridente, inteligente. É só insubordinada, o resto melhorou muito. O que você espera fazer daqui a dois ou três anos, quando o público não der mais bola para você? Porque agora você agrada o público, você é uma menininha de seis anos que responde como gente grande. Mas daqui a uns quatro anos, quando você tiver dez anos e já for uma mocinha, você acha que o público vai gostar de você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Transcrição de diálogo entre Maisa e Silvio Santos ocorrido durante o Programa Silvio Santos, no SBT, em 16 novembro de 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-6441678631423524209?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/6441678631423524209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=6441678631423524209' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/6441678631423524209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/6441678631423524209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/06/sorri-mas-continua-sendo-patrao.html' title='Sorri mas continua sendo patrão'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-8136170527033940670</id><published>2009-06-23T12:05:00.000-07:00</published><updated>2009-06-23T12:06:04.930-07:00</updated><title type='text'>NA CASA DO PATRÃO</title><content type='html'>São Paulo, domingo, 24 de maio de 2009  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Texto Anterior | Próximo Texto | Índice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APRESENTADORA QUE ALAVANCA A AUDIÊNCIA DO PROGRAMA DE SILVIO SANTOS AO FUNDIR ESPONTANEIDADE E HUMILHAÇÃO, A MENINA MAISA REVELA A DUPLA FACE DA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CYRUS AFSHAR&lt;br /&gt;DA REDAÇÃO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela acaba de completar sete anos, mas já tem mais de três anos de experiência profissional, e seu trabalho já é conhecido em todo o país. &lt;br /&gt;Maisa comanda um programa no SBT e, aos domingos, é protagonista de um quadro em que conversa longamente com ninguém menos que seu patrão, Silvio Santos, e ajuda a alavancar a audiência do restante da programação. Mas, nas duas últimas semanas, o quadro dominical foi palco de cenas ao vivo de gritos e choros da criança. &lt;br /&gt;"A questão é saber quando acaba o lúdico e o adorável e começa a perversão e a monstruosidade dessa situação-mídia", provoca Ivana Bentes, professora do programa de pós-graduação da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Na entrevista concedida à Folha, por e-mail, Bentes explica alguns dos mecanismos de funcionamento da apropriação da imagem de novas celebridades, o comportamento do público e a importância da internet para o processo de espetacularização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PERGUNTA - O que está acontecendo com a menina Maisa é um caso de exploração midiática? &lt;br /&gt;IVANA BENTES - "Exploração midiática" é quase uma redundância. A expropriação/apropriação é base de funcionamento do próprio regime midiático em que nós, telespectadores, somos a matéria-prima em diferentes sentidos. &lt;br /&gt;Na busca de criar fatos midiáticos incessantemente, capturar nossa atenção e comprar nosso tempo, a televisão convoca, explora e mobiliza nossos afetos, nossa atenção. &lt;br /&gt;O espectador é o primeiro "explorado" pela publicidade, pela ficção, pelas "atrações". Somos nós que emprestamos nosso tempo, nossa subjetividade e nosso imaginário para criar valor na TV. &lt;br /&gt;Ou seja, o que a mídia vende/explora não é a publicidade -somos nós mesmos. &lt;br /&gt;E, para isso, precisa minimamente que essa audiência se conecte, se deixe afetar por um personagem, uma situação, que crie hábitos e possa voltar -criando um sentimento de pertencimento a uma "comunidade imaginada". Aí se chega a Maisa, a menina-prodígio do SBT, a "menina-monstro" como definiu ironicamente, mas com precisão, o "Pânico na TV". &lt;br /&gt;A garota é realmente adorável e "monstruosa" ao mesmo tempo. Tem a dupla face da mídia atual, que incorpora e utiliza o mais "espontâneo", o íntimo, a gafe, o erro, o choro e todo tipo de assujeitamento e humilhação como matéria altamente valorizada. Isso sem abandonar a celebração do visível, da formalidade e da encenação.&lt;br /&gt;Não é à toa que os vídeos de Maisa estão no YouTube anunciem "pérolas de Maisa", gafes de Maisa, micos de Maisa, choro de Maisa, tropeços etc. A questão é saber onde acaba o lúdico e o adorável e começa a perversão e a monstruosidade dessa situação-mídia. &lt;br /&gt;Não se trata de julgar nem de moralizar "este" caso, num momento em que o valor de "exposição" da vida, da intimidade, da subjetividade na TV, na internet ou em qualquer outra mídia é um valor em si. &lt;br /&gt;A visibilidade é um bem altamente valorizado e disputado -"naturalizado". É preciso justamente desnaturalizar esse novo regime midiático que não para de testar os limites do tolerável e do aceitável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERGUNTA - Nesse contexto (de exploração midiática), qual é o papel da mãe? E o do apresentador? &lt;br /&gt;BENTES - Não é difícil entender o seu nível de satisfação/excitação do pai e da mãe da menina (satisfação simbólica e real, com sua galinha dos ovos de ouro mirim). E o apresentador/dono da emissora cumpre o mesmo papel de outros homens de negócio de TVs abertas que vendem "produtos" tão ou mais discutíveis e monstruosos: homofobia, intolerância religiosa, espetáculos de descarrego e expulsão de demônios dos corpos, preconceito racial, condenações morais, denuncismo, criminalização da pobreza e dos pobres e toda uma pauta conservadora e moralista. &lt;br /&gt;A questão que importa é saber qual o papel da "comunidade" de telespectadores e da sociedade diante desse quadro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERGUNTA - Como tem sido e como deveria ser o tratamento dado pela mídia neste caso? &lt;br /&gt;BENTES - A televisão não tem programa de debate e de discussão do seu próprio conteúdo. A TV não dá direito de resposta, o que é escandaloso. Confunde audiência com legitimidade social e qualidade. Daí que não vi na mídia (com raras exceções, como a coluna de Bia Abramo do dia 17/5, na Folha) nenhuma discussão sobre os limites e constrangimentos de colocar uma criança de seis anos no horário nobre de domingo falando de "pum", gases, bunda, meleca.&lt;br /&gt;E, ao mesmo tempo, tendo que responder sobre assuntos extremamente complexos, como outras celebridades televisivas, profissões, afetos, casamento, Deus e infidelidade. E sempre constrangida por Silvio Santos até o limite do embaraço, do choro ou da mudez com reprimendas, ameaças, provocações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERGUNTA - Pessoas antes quase desconhecidas são alçadas rapidamente à condição de celebridades por conta dos milhões de acessos, casos da escocesa Susan Boyle, de Cris Nicolotti e de Maisa. Qual a importância hoje da internet no processo de criação das celebridades? &lt;br /&gt;BENTES - "Celebridade" talvez seja um nome antigo (coisa do século passado, de mídias "modernas", como cinema e TV) para descrever os processos da visibilidade contemporânea. A internet e o YouTube criaram um novo público, pós-televisivo, um consumidor-produtor superativo, que clica tudo e que vê tudo -sem dúvida é uma nova força. &lt;br /&gt;O YouTube é genial porque é o esgoto público das imagens, onde é possível experimentar o que há de mais potente e monstruoso (no sentido positivo e negativo dos excessos e das exceções) na multidão de usuários, sem mediação. Sem o "patrão", como Silvio Santos se apresenta para a menina Maisa no SBT, num dos quadros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERGUNTA - Quando procuramos vídeos da artista mirim no YouTube, o site remete a entradas como "Maisa chorando", "Maisa chora" e "Maisa peidando", a partir das buscas mais realizadas. Os fãs sentem prazer em ver celebridades em situações constrangedoras? &lt;br /&gt;BENTES - Trata-se de um fenômeno bem mais amplo e disseminado de midiatizacão, comercialização da intimidade e da "visibilidade". A partir do momento em que ruiu a barreira entre intimidade e publicidade, em que se esgarçou o limite entre público e privado, o que poderia ser constrangedor? Maisa chorando, Daniela Ciccarelli transando na praia, a cabeça de Saddam Hussein rolando, os exames de saúde da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em jornais assistidos por milhares de pessoas? Exibir a intimidade vem deixando de ser um constrangimento para se tornar um "valor". A intimidade na era da sua visibilidade máxima e as tecnologias de exibição de si são uma característica geral e uma exigência do capitalismo contemporâneo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERGUNTA - O caso da construção da ex-atriz Shirley Temple é paradigmático para entender a situação atual deste caso? BENTES - Bem, o visual da apresentadora mirim do SBT parece inspirado nos vestidinhos de babados e cabelos cacheados da mais famosa menina-prodígio de Hollywood.&lt;br /&gt;Mas é preciso lembrar que Shirley Temple é um produto da máquina fordista hollywoodiana, dos anos 1930 e 1940, de um capitalismo disciplinar e disciplinador em que a ideia de "infância" e "criança" ainda estava bem delimitada e definida.&lt;br /&gt;Hoje, quando foram desenvolvidos produtos midiáticos para crianças de zero a um ano -como os Teletubbies, que aceleram os processos cognitivos enquanto ensinam a criança a desejar e a consumir-, a comparação com Shirley Temple talvez não seja apropriada.&lt;br /&gt;Pois o capitalismo contemporâneo tem necessidade de incluir e modular todos, desde o ano zero e mesmo antes do nascimento.&lt;br /&gt;O aprendizado se faz pela mídia -com o fim dos tempos "mortos" da infância, de ócio e lazer, em nome de uma hiperprodutividade infantil- e por adestramento precoce, cujo modelo visível Maisa encarna.&lt;br /&gt;O assustador é que a subjetividade-Maisa é o modelo de criança e de infância em via de se universalizar.&lt;br /&gt;São muitos os indícios: o assédio e crescimento da publicidade infantil, sem controle no Brasil; a invasão de bichinhos e desenhos animados em anúncios de cerveja, carros, criando uma sensibilidade precoce e formando consumidores futuros, a erotização do universo infantil dissociada, mais tarde, do abuso sexual por adultos e da violência contra crianças.&lt;br /&gt;Enfim, a garota-prodígio do SBT aponta para antigas questões e novos limites, em torno da intimidade, da visibilidade, da infância.&lt;br /&gt;Nesse sentido é uma menina-modelo, exemplar de uma série de transformações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-8136170527033940670?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/8136170527033940670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=8136170527033940670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/8136170527033940670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/8136170527033940670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/06/na-casa-do-patrao.html' title='NA CASA DO PATRÃO'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-3271148473219107105</id><published>2009-06-23T12:04:00.001-07:00</published><updated>2009-06-23T12:04:21.747-07:00</updated><title type='text'>Lula lá (na mídia do interior)</title><content type='html'>São Paulo, domingo, 31 de maio de 2009  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Texto Anterior | Próximo Texto | Índice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propaganda de Lula chega a 5.297 veículos&lt;br /&gt;Com PT no Planalto, o número de meios de comunicação que recebem verbas de publicidade federal aumentou 961% &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao tomar posse, comerciais do petista atingiam 21 TVs e 270 rádios; no fim de 2008 já havia 297 TVs e 2.597 rádios veiculando anúncios oficiais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Lima/Folha Imagem&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Lula fotografa jornalistas no Planatlo; publicidade do governo chega a 1.149 municípios &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FERNANDO RODRIGUES&lt;br /&gt;DA SUCURSAL DE BRASÍLIA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os comerciais do Palácio do Planalto atingiram no ano passado 5.297 veículos de comunicação no país. O número representa uma alta de 961% sobre os 499 meios que recebiam dinheiro para divulgar propaganda do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em 2003, quando o petista tomou posse.&lt;br /&gt;Esse padrão de pulverização na publicidade é incomum na iniciativa privada. Segundo dados do Ibope Monitor, a Fiat anunciou em 206 meios de comunicação diferentes no ano passado. O banco Itaú, em 176. Trata-se de uma pesquisa por amostragem, mas mesmo com um desvio de 1.000% o número de veículos nos quais essas duas empresas anunciam não se aproximaria dos 5.297 escolhidos pelo governo federal.&lt;br /&gt;A regionalização da propaganda federal é parte de uma estratégia de marketing do governo. Presidente mais bem avaliado no atual ciclo democrático, Lula viu sua alta popularidade se consolidar numa curva quase paralela ao avanço da distribuição de seus comerciais pelo interior do país.&lt;br /&gt;"O fato de ter ampliado a presença do presidente na mídia regional pode ter ajudado [a elevar a popularidade do governo]", admite Ottoni Fernandes, subchefe-executivo da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, que está sob o comando do ministro-chefe da Secom, Franklin Martins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudança de estratégia&lt;br /&gt;Diferentemente dos antecessores, Lula regionalizou radicalmente a distribuição de verbas de publicidade. Não houve um aumento expressivo no valor gasto, mas uma mudança de estratégia. Grandes veículos de alcance nacional passaram a receber um pouco menos. A diferença foi para pequenas rádios e jornais no interior.&lt;br /&gt;O orçamento total consumido em mídia por Lula e pelo tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), seu antecessor, oscilou sempre na faixa de R$ 900 milhões a R$ 1,2 bilhão por ano -sem contar patrocínios e outros custos relacionados à produção de comerciais.&lt;br /&gt;No caso das verbas apenas para a Presidência, só há dados disponíveis a partir de 2003. Antes a propaganda presidencial era feita de maneira dispersa pelos vários organismos da estrutura federal. Lula gasta anualmente um pouco acima de R$ 100 milhões com comerciais idealizados pelas agências que servem ao Planalto.&lt;br /&gt;A diferença em relação ao governo anterior é a distribuição das propagandas por muitos meios de comunicação de pequeno porte. Logo depois de tomar posse, os comerciais do petista atingiam, por exemplo, apenas 270 rádios e 21 TVs. No final do ano passado, já eram 2.597 emissoras de rádio e 297 TVs recebendo dinheiro do Planalto para divulgar mensagens da administração federal.&lt;br /&gt;Não se trata de publicidade de utilidade pública. Campanhas de vacinação ou sobre matrículas escolares continuam sendo executadas pelos ministérios. A propaganda produzida pelo Planalto é sobre ações de interesse político-administrativo -como divulgar a lista de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) ou o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.&lt;br /&gt;Às vezes o governo também atua como animador da população. No final do ano passado, uma campanha nacional foi veiculada para que os brasileiros não interrompessem o consumo por receio dos efeitos da crise econômica internacional.&lt;br /&gt;"O presidente Lula, se eu pudesse escolher, deveria ser o profissional de comunicação do ano. Ele reduziu, no gogó, a tensão da população, da classe C ascendente. O presidente é ótimo em comunicação integrada. A regionalização da mídia é uma parte. Já existia antes de a crise chegar e ajudou", diz Mauro Montorin, publicitário da agência 141, uma das responsáveis pela conta da Presidência da República.&lt;br /&gt;A capilaridade dos comerciais de Lula pode ser também mensurada pelo número de cidades brasileiras nas quais há propaganda do Palácio do Planalto. Em 2003, eram 182 municípios atingidos. Agora, são 1.149 -uma alta de 531%.&lt;br /&gt;"A mídia regional é mais ligada às comunidades e tem mais credibilidade localmente (...) Partimos para uma política de atender a mídia regional, com mais entrevistas do presidente. Há uma mania no Brasil de achar que a mídia é só em São Paulo e no Rio", diz Ottoni Fernandes, subchefe da Secom.&lt;br /&gt;A diretriz geral é dada pelo ministro Franklin Martins: "A imprensa regional está crescendo no Brasil. O objetivo do governo é se comunicar com a população e esses veículos do interior atingem uma parcela relevante da população".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rádios e jornais&lt;br /&gt;Em 2003, havia 5.772 rádios no Brasil, de acordo com o Ministério das Comunicações. Hoje, são 8.307 emissoras, incluindo as 3.685 chamadas "rádios comunitárias", cujo alcance do sinal é limitado.&lt;br /&gt;No meio jornal, quando Lula tomou posse, existiam 2.684 títulos no país, segundo a Associação Nacional de Jornais; em 2006, último dado disponível, já eram 3.076 veículos.&lt;br /&gt;Uma das razões para a iniciativa privada não anunciar na maioria desses veículos é a falta de mecanismos para auditar a penetração da mensagem e aferir a eficácia do comercial. Poucos jornais no país têm tiragem comprovada pelo IVC (Instituto Verificador de Circulação). Essa entidade só inspeciona 118 dos mais de 3.000 títulos.&lt;br /&gt;O governo afirma exigir comprovação de impressão por parte do pequenos jornais antes de fazer o pagamento. No caso das rádios, diz Ottoni Fernandes, "há cadastro com todas as emissoras em cidades com mais de 50 mil habitantes", que precisam emitir faturas e dar alguma prova de veiculação do comercial. Essa é uma exigência do TCU (Tribunal de Contas da União), que foi consultado ao longo do processo de regionalização para aprovar os métodos do Planalto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-3271148473219107105?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/3271148473219107105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=3271148473219107105' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/3271148473219107105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/3271148473219107105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/06/lula-la-na-midia-do-interior.html' title='Lula lá (na mídia do interior)'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-8988665037825000713</id><published>2009-06-23T12:02:00.001-07:00</published><updated>2009-06-23T12:02:47.491-07:00</updated><title type='text'>GESTOS QUE FALAM</title><content type='html'>São Paulo, domingo, 10 de maio de 2009  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Texto Anterior | Próximo Texto | Índice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gestos devem condizer com o currículo e com a entrevista&lt;br /&gt;Movimentos causam desconfiança quando não são embasados em conteúdo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COLABORAÇÃO PARA A FOLHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linguagem corporal é importante, mas não convencerá cliente, chefe ou entrevistador se for apenas um teatro sem conteúdo. É preciso ter conhecimento do tema abordado e do público espectador.&lt;br /&gt;"O assunto [da reunião] tem de ser relevante para quem está ouvindo", afirma o gerente de relacionamento Sérgio Ribeiro da Cruz, da Medical Systems.&lt;br /&gt;Sem consciência do que se fala, a encenação é percebida, e a discordância entre gestos e discurso causa desconfiança.&lt;br /&gt;"Numa entrevista [para emprego] de uma ou duas horas, o candidato que estiver atuando não conseguirá manter isso por muito tempo", ressalta Margareth Mendes, gerente de recursos humanos do Grupo Linx, especializado em soluções tecnológicas para empresas de varejo e atacado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cautela &lt;br /&gt;É importante que os gestos sejam condizentes com personalidade e experiência. "A chave é o autoconhecimento. Isso se traduz nos gestos", diz Solange Iara de Souza Teixeira, da consultoria em RH Dimensão.&lt;br /&gt;Numa entrevista de emprego, por exemplo, ter consciência de suas limitações, assim como de seu potencial, dá ao candidato a segurança para enfrentar o desafio. Isso transparece na linguagem corporal, analisa Teixeira.&lt;br /&gt;Apesar dos manuais e glossários de linguagem corporal, é preciso cautela para não levar sinais não verbais sempre ao pé da letra. Eles podem virar armadilhas se não forem analisados junto com outros fatores.&lt;br /&gt;Em uma entrevista para emprego, gerentes e consultores de recursos humanos levam a postura e o gestual em conta, mas como parte de uma avaliação mais geral.&lt;br /&gt;"É preciso aliá-las à parte verbal, ao currículo e à entrevista", alerta Teixeira. &lt;br /&gt;A consultora acrescenta que o correto é falar em "possíveis interpretações de sinais". Uma atitude que, às vezes, é entendida como indicação de mentira, como encolher os braços e as pernas, na tentativa de se retrair, pode significar apenas que o candidato é tímido.&lt;br /&gt;"É impossível atribuir o mesmo significado de um gesto para muitas pessoas", acrescenta Gilberto Cury, presidente da SBPNL.&lt;br /&gt;Cruzar os braços, por exemplo, em geral é traduzido como um gesto defensivo ou de discórdia. Mas, aponta Cury, durante uma palestra, essa ação pode simplesmente ser parte do esforço que a pessoa faz para ouvir com mais atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leituras múltiplas&lt;br /&gt;A escritora Judi James dá a essa atitude diversos significados. Enquanto cruzar os braços em um autoabraço pode significar insegurança, uma pessoa descontraída, mas atenta, pode fazê-lo de maneira uniforme, sem pressionar o corpo.&lt;br /&gt;Cruzar as pernas e ficar balançando o pé geralmente é sinal de ansiedade. "[Mas, às vezes,] a pessoa tem muita energia e não consegue ficar uma ou duas horas só falando. Pode ser um tique, que ela faz mesmo quando está assistindo à TV", pondera Margareth Mendes, do Grupo Linx.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-8988665037825000713?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/8988665037825000713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=8988665037825000713' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/8988665037825000713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/8988665037825000713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/06/gestos-que-falam.html' title='GESTOS QUE FALAM'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-587321068574077054</id><published>2009-06-23T12:00:00.000-07:00</published><updated>2009-06-23T12:02:20.680-07:00</updated><title type='text'>CORPO QUE FALA</title><content type='html'>São Paulo, domingo, 10 de maio de 2009  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Próximo Texto | Índice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Análise de reações corporais é útil em ambiente de trabalho&lt;br /&gt;Linguagem não verbal pode mostrar desconforto ou satisfação do interlocutor em reuniões e entrevistas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHIAKI KAREN TADA&lt;br /&gt;COLABORAÇÃO PARA A FOLHA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um mero erguer de sobrancelhas ou um enrugar dos lábios significam mais do que uma ação involuntária. Podem demonstrar se o interlocutor gosta ou não do que está ouvindo -informação útil em situações profissionais.&lt;br /&gt;Mais da metade do impacto das mensagens vem dos sinais não verbais, afirma a especialista em comportamento social e comunicação Judi James no livro "Linguagem Corporal no Trabalho - Como Usar os Sinais Não-Verbais para Alavancar Sua Carreira", da editora Best Seller (336 págs., R$ 34,90).&lt;br /&gt;Parecer interessado na conversa e evitar gestos que indiquem desconforto, diz James, ajuda quem quer se projetar no trabalho, pois transmite segurança e atenção (veja quadros baseados no livro de James nesta e na próxima páginas).&lt;br /&gt;Boa parte dos gestos é inconsciente -quem rói a unha de nervosismo ou tamborila os dedos porque quer terminar a conversa faz isso sem perceber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empatia&lt;br /&gt;De forma sutil, a linguagem do corpo ajuda a perceber se o colega está distraído. E os outros também notam se o profissional está confiante ou se quer se esconder debaixo da mesa.&lt;br /&gt;Esse tipo de conhecimento atrai quem precisa lidar com clientes e equipes internas, criando empatia com eles para que a conversa possa fluir.&lt;br /&gt;Sérgio Ribeiro da Cruz, 32, gerente de relacionamento da Medical Systems (soluções em tecnologia da informação para a área de diagnósticos médicos), resolveu estudar técnicas para melhorar fala e expressão depois de perceber, durante uma apresentação, que havia pessoas desatentas.&lt;br /&gt;Em um curso feito no Instituto Cláudio Ayabe, aprendeu, junto com técnicas para melhorar a fala, que era preciso olhar nos olhos dos espectadores, movimentar as mãos sem ser espalhafatoso e andar pelo palco, "[mas] sem parecer uma bolinha de pingue-pongue".&lt;br /&gt;Ele pratica a comunicação não verbal também com colegas e superiores. "Se falo algo que merece um sorriso como resposta, é um bom sinal."&lt;br /&gt;A empresária Marie Claire Bijoux, 32, que trabalha com produtos de inox para cozinha, foi atrás de dicas para melhorar a comunicação nos negócios e fez um curso na SBPNL (Sociedade Brasileira de Programação Neurolínguística).&lt;br /&gt;Além de reparar no tom de voz, atenta no movimento dos olhos, na postura e nos gestos do interlocutor, para se ajustar. "Abrir uma negociação [com o cliente] é o principal."&lt;br /&gt;Para que o profissional obtenha melhoras na sua linguagem corporal, Judi James sugere que a pessoa realize uma autoavaliação -desde o jeito do corpo até a expressão do rosto quando não está fazendo nada.&lt;br /&gt;A partir dessas mensagens, sugere a autora, ele pode trabalhar a imagem que quer passar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-587321068574077054?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/587321068574077054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=587321068574077054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/587321068574077054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/587321068574077054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/06/corpo-que-fala.html' title='CORPO QUE FALA'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-6570485182249266699</id><published>2009-06-22T08:26:00.001-07:00</published><updated>2009-06-22T08:27:19.647-07:00</updated><title type='text'>Jovens mas não inocentes</title><content type='html'>Bom texto, apesar de duro com os jovens e outros grupos que pretendem o melhor , através dos  meios que acreditam ser corretos.&lt;br /&gt;abs!&lt;br /&gt;Edson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, segunda-feira, 22 de junho de 2009  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Texto Anterior | Próximo Texto | Índice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUIZ FELIPE PONDÉ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antígona&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Movimentos estudantis aderiram ao fascismo moderno, perseguindo colegas e professores&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"QUANDO NASCI, minha mãe deu à luz gêmeos: eu e meu irmão, o medo". Hobbes teria dito isso. Sofro deste sentimento. Tenho muitos medos. Um deles é bem moderno: o medo de não ter os preconceitos corretos. Quais seriam estes? Ora, repito o óbvio: contra o cristianismo, contra brancos heterossexuais, contra os EUA.&lt;br /&gt;Assim como normalmente a "perua" é a mulher de saia curta que não é nossa amiga, "reacionários" são os que ousam discordar das nossas tiranias de estimação.&lt;br /&gt;Às vezes me pergunto: afinal de contas, por que supor que se você for negro você será essencialmente mais justo? Ou se você for homossexual, você será essencialmente mais democrático? Por que travestis ou transexuais merecem ter silicone e cirurgias "de graça", enquanto diabéticos e pacientes renais morrem em filas?&lt;br /&gt;Perguntas que não devem ser feitas à mesa de "pessoas de bem" no teatro ridículo da democracia contemporânea. Um bom exemplo é o culto ao "jovem". Por que supor que movimentos de jovens são sempre "coisas do bem"?&lt;br /&gt;O "jovem" não é propriamente uma invenção do século 20. Quando pensamos em "jovens", temos em mente os jovens protestando nas ruas nos anos 60: hippies contra a guerra do Vietnã nos EUA, parisienses armando "barricadas do desejo" em maio de 68. Tanto num caso como no outro, ao final, todos voltaram pra casa, pedindo mesada ou procurando emprego. E por quê? Porque deixaram de ter 18 anos, tiveram filhos e contas a pagar. Mas esta não é toda a história, há mais do que isso, e esta história começa bem antes desses "espetáculos", que nos legaram calças jeans e sexo livre, supostamente de maior qualidade.&lt;br /&gt;O que é esse "jovem"? Figura originariamente romântica (século 19), o "jovem" nasce da ideia falsa de que exista um "gênio" específico no jovem (pessoas de mais ou menos 15 a 25 anos) que o diferencie moralmente e politicamente do resto da humanidade. Não acho que pessoas de 15 a 25 anos tenham nenhuma reserva moral ou política: são capazes de agir de má fé como todo mundo.&lt;br /&gt;Seu comportamento não guarda nenhuma evidência de boa qualidade em si, podem cometer atos de opressão e manipulação como qualquer outra pessoa.&lt;br /&gt;Não acredito no "jovem". A forma mais certa de trairmos os mais jovens é deixá-los crer no "jovem". Outra forma é tomar suas ideias e movimentos políticos e sociais como sinônimos evidentes "de um mundo melhor". Seja como for, estes movimentos não são necessariamente defensores da liberdade.&lt;br /&gt;Exemplos banais de como movimentos estudantis oprimem seus colegas e manipulam opiniões e esmagam diferenças enchem as páginas da paisagem histórica.&lt;br /&gt;Ainda no século 19, o escritor russo Turguêniev, em seu livro "Pais e Filhos", imortalizou a imagem do jovem arrogante e cruel em seu estudante Bazarov, exemplo do jovem niilista russo, capaz de destruir tudo em nome de seu autoritarismo libertário e científico -ainda que Bazarov, ao final, tenha o destino comum de muitos homens, o de ser derrotado pelo amor não correspondido de uma mulher.&lt;br /&gt;Sabemos que movimentos estudantis aderiram aos fascismos modernos, perseguindo colegas e professores nas universidades europeias em nome da "nova saúde política". Assim sendo, pergunto: por que devemos aceitar que exista uma "razão da idade" que faz alguém mais confiável só porque nasceu em 1990? A culpa, na maioria das vezes, é de seus professores (quando não dos pais que aderem a desculpas "da ciência da psicologia" para sua preguiça), muitas vezes pessoas amargas, orgulhosas e um tanto decadentes, que de dentro da sala de aula recriam um mundo à luz de suas pequenas manias teóricas.&lt;br /&gt;Alguns dizem por aí que devemos "reformar a educação"; eu acho que a educação não funciona mesmo, por isso que a moda da "nova educação" sempre pega. Às vezes, milagres (gotas de consciência) ocorrem a partir da leitura de um livro ou da fala de um colega ou de uma professora, e normalmente estes milagres revisitam eternos dramas, por exemplo, o de Caim e Abel (a velha inveja) ou o de Antígona e Creonte (devemos ouvir a voz da consciência ou sucumbir ao medo da lei da polis?).&lt;br /&gt;Sei que posso ser acusado de anti-intelectualista. Que assim o seja.&lt;br /&gt;Prefiro me ver como aquilo que se chamava de "um homem de letras", pequeno herdeiro de uma grande tradição que reúne a Bíblia e os gregos como seus ancestrais, que tudo deve a eles, e que pouco ou nada sabe além deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ponde.folha@uol.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-6570485182249266699?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/6570485182249266699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=6570485182249266699' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/6570485182249266699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/6570485182249266699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/06/jovens-mas-nao-inocentes.html' title='Jovens mas não inocentes'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1843614141311429623.post-3170573695068371194</id><published>2009-05-23T05:25:00.000-07:00</published><updated>2009-05-23T05:26:22.900-07:00</updated><title type='text'>Justiça proíbe Maisa de se apresentar no Programa Silvio Santos</title><content type='html'>Justiça proíbe Maisa de se apresentar no Programa Silvio Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SBT está proibido de ter a menina Maisa Silva no quadro "Pergunte pra Maisa", do Programa Silvio Santos. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (22) pela Justiça de Osasco (SP) e já vale a partir deste domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Nemanins/ SBT / Divulgação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://natelinha.uol.com.br/imagens/foto.gif  Veja fotos de Maisa no SBT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maisa participa do programa Silvio Santos com uma autorização "salvo conduto", que foi cassado pela juíza Ana Helena Rodrigues Mellim. Já o pedido de cassação foi feito pela promotora da Infância e da Juventude de Osasco, Susana Müller.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A petição foi provocada pelos dois incidentes ocorridos no Programa Silvio Santos. A promotora Susana Müller diz que a exibição constante de Maisa no programa fere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurada pela reportagem do NaTelinha, a assessoria do SBT diz que acatará a decisão da justiça e não exibirá o quadro "Pergunte para Maisa" neste domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao programa Sábado Animado, também apresentado por Maisa Silva, a justiça não se pronunciou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ministério Público pede fitas e cópia do contrato de Maisa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério Público Federal enviou um ofício à emissora requerendo as fitas do Programa Silvio Santos para uma averiguação mais profunda e uma cópia do contrato da garota, que comemora hoje 7 anos. O SBT terá 5 dias para se manifestar sobre o assunto e atender ao pedido do órgão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RELEMBRE OS CASOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No domingo (10) a menina participava do quadro, quando Silvio Santos chamou um garoto de nome Daniel, convidado que se apresentaria com o rosto maquiado como  monstro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silvio então chamou o monstro e ao vê-lo, Maisa começou a chorar e correu pelo palco tentando achar uma saída. Como o microfone estava ligado, os telespectadores puderam ouvir os gritos de pavor da garotinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último domingo (17) a situação foi pior. Além de relembrar o fato do domingo anterior, o que levou a menina novamente a chorar, Maisa ainda bateu com a cabeça em uma câmera e desabou em lágrimas. Alegando dor, pediu para ir embora e chamou diversas vezes pela mãe, que estava nos bastidores do programa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1843614141311429623-3170573695068371194?l=edson-capoano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-capoano.blogspot.com/feeds/3170573695068371194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=1843614141311429623&amp;postID=3170573695068371194' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/3170573695068371194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1843614141311429623/posts/default/3170573695068371194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-capoano.blogspot.com/2009/05/justica-proibe-maisa-de-se-apresentar.html' title='Justiça proíbe Maisa de se apresentar no Programa Silvio Santos'/><author><name>Joven Periodista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16396656202825231519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='07590709899533620462'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>